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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

Senador dos EUA à CNN: 'Trump está reavaliando retirada de tropas da Síria'

Trump está reavaliando a retirada total das tropas dos EUA na Síria, disse à CNN o senador republicano Lindsey Graham. De acordo com o congressista, o presidente estaria ponderando as análises de inteligência que avaliam possível recuperação do Daesh (grupo terrorista denominado Estado Islâmico) após a saída de militares americanos.


Sputnik

Anunciada no início deste mês, a decisão de Trump em sair abruptamente da Síria foi o estopim que culminou com a renúncia do então secretário de Defesa, James Mattis e do enviado dos EUA à coalizão, Brett McGurk.


Resultado de imagem para Lindsey Graham
Lindsey Graham e Donald Trump | Reprodução

O movimento também irritou aliados dos EUA que fazem parte da Coalizão Internacional na Síria. Alemanha, França e Reino Unido foram alguns dos países a se manifestarem de forma contrária Trump.

"O presidente está reconsiderando como faremos isso", disse Graham na CNN. O senador disse ainda que a retirada foi avaliada junto ao general da Marinha e chefe do Estado-Maior Conjunto, Joe Dunford. "Vou pedir a ele que se sente com seus generais e reconsidere como fazer isso", completou.

Procurada pela emissora, o Conselho de Segurança Nacional da Casa Branca não quis comentar a afirmação do senador.

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