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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

The Times: mercenários de Kiev em Donbass foram treinados pelo Daesh

O jornal britânico The Times informou nesta quarta-feira que alguns "combatentes" das tropas ucranianas em Donbass foram treinados no Oriente Médio pelo grupo terrorista Daesh.


Sputnik

"Diversos combatentes do batalhão reconhecem que foram treinados e melhoraram suas capacidades combativas em acampamentos militares do Daesh na Síria e no Iraque", escreveu o jornal.


Combatentes do batalhão Azov prestam juramento em Kiev antes de serem enviados a Donbass, julho de 2014
Batalhão Azov, da Ucrânia © Sputnik / Yevgeny Kotenko

O jornal informou que o batalhão conhecido como Sheikh Mansur, em nome de um dos líderes da resistência chechena do século XVIII, é chefiado por Muslim Cheberloevski, um radical, que usa uma faca de combate com inscrição "Morte aos separatistas!".

Segundo a imprensa, o batalhão de mercenários não está ligado diretamente aos militares ucranianos, mas The Times criticou Kiev por fechar os olhos para a actividade desses "combatentes" autônomos.

Desde abril de 2014 a Ucrânia vive um conflito armado. As autoproclamadas repúblicas de Donetsk e de Lugansk combatem as tropas de Kiev, e grupos armados financiados pelo governo central. As autoproclamadas repúblicas foram uma reação ao golpe de Estado, ocorrido no país, também em 2014.

Os acordos de Minsk, assinados em setembro de 2014 e fevereiro de 2015, lançaram as bases para uma solução política do conflito, mas os embates violentos continuam acontecendo até hoje.

Até o momento, mais de 10.300 pessoas morreram durante o conflito, segundo estimativas da ONU.

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