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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

Theresa May elogia militares britânicos por defender Reino Unido da Rússia

A primeira-ministra britânica Theresa May em sua mensagem de Natal assinalou o papel das forças militares britânicas em garantir a segurança do país, especialmente na luta contra o grupo terrorista Daesh (proibido na Rússia e em vários outros países) e contra a "invasão russa", comunicou o canal Sky News.


Sputnik

"Desempenhando um papel vital na limpeza após ataque impudente com uso de agentes nervosos nas ruas de Salisbury, defendendo as nossas águas e o espaço aéreo da invasão russa e fortalecendo nossos aliados na Europa Oriental, atacando o terrorismo como parte da coalizão global contra o Daesh, e ao lado de nossos aliados dos EUA e da França, enviando uma mensagem para o regime de Assad de que nós não ficaremos de lado enquanto armas químicas são usadas [contra inocentes]", declarou.


Theresa May, primeira-ministra britânica
Theresa May © AP Photo / Mark Lennihan

Ela afirmou que os militares britânicos sempre resistirão à agressão a aos que violam as regras internacionais. Na véspera do Ano Novo haverá desafios novos, mas May tem certeza de que os britânicos os enfrentarão como sempre — com coragem, determinação e resiliência.

As relações russo-britânicas deterioraram-se significativamente após o incidente de envenenamento de março em Salisbury. Londres acusou Moscou de estar por trás do ataque ao ex-espião russo Sergei Skripal e sua filha Yulia. A Rússia refutou as alegações e repetidamente apontou para a falta de provas fornecidas por Londres.

No fim de novembro o Ministério da Defesa russo comunicou que os militantes usaram armas químicas em Aleppo contra a população civil. A entidade declarou também que a organização Capacetes Brancos estavam tentando encenar provocações usando agentes químicos na zona de desescalada em Idlib para acusar as forças do governo sírio de usar armas químicas contra a população local. Washington afirmou que não houve ataque químico por terroristas, mas sim um incidente com uso de gás lacrimogênio pelas forças governamentais.

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