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Poloneses pedem a Trump ajuda para conseguir indenização da Rússia e Alemanha pela 2ª Guerra

Um auto-proclamado "partido bíblico antiglobalista" pró-EUA e pró-Israel da Polônia, que se autodenomina "Movimento 11 de novembro", criou uma petição no site We the People da Casa Branca pedindo ao presidente Donald Trump ajude a obter "compensação adequada" da Rússia e da Alemanha por danos causados ​​na Segunda Guerra Mundial.
Sputnik

"Os poloneses livres estão apelando para os EUA, o vencedor na Segunda Guerra Mundial e o fiador dos acordos do pós-guerra, para obter ajuda na recuperação das reparações de guerra da Alemanha e da Rússia", diz a petição.


Além de alcançar a "justiça histórica", uma campanha de reparações bem-sucedida desempenharia "um papel fundamental na Polônia, tornando-se um forte aliado dos Estados Unidos diante da ameaça que surge na Europa e na Ásia — um novo Império do Mal".

Falando ao The New American, uma pequena revista de propriedade da John Birch Society, o co-autor e vice-presidente do Movimento 11…

Think tank dos EUA alerta que navios americanos perderiam batalha com Rússia ou China

A Marinha dos EUA corre o risco de perder sua superioridade por enfrentar dificuldades em se opor "aos desafios lançados por grandes potências como a China e a Rússia", informou um relatório elaborado pelo Centro de Análise Estratégica e Orçamentária (CSBA, na sigla em inglês).


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Um novo relatório do CSBA considera as perspectivas da Marinha dos EUA em um ambiente em mudança e revela que sem a capacidade de apoiar novas missões, os porta-aviões e seus aviões "provavelmente teriam seguido o caminho dos navios encouraçados e deixado a frota há décadas".


Porta-aviões norte-americano John C. Stennis
Porta-aviões norte-americano USS John C. Stennis © AFP 2018 / KIM JAE-HWAN

Os autores do relatório avaliaram as possíveis ameaças futuras e examinaram a estratégia militar dos EUA, bem como as capacidades do país, alertando que, se as atuais estratégias naval e de defesa marítima não forem transformadas, a frota estadunidense não seria capaz de obter vantagem em uma batalha contra navios militares chineses ou russos.

O relatório recomenda a modernização dos esquadrões embarcados dos porta-aviões (CVWs, na sigla em inglês), aos quais faltam "alcance, resistência, capacidade de sobrevivência e especialização para realizar os conceitos operacionais necessários para derrotar as grandes potências militares".

Analisando como evoluíram as capacidades militares norte-americanas e soviéticas durante a Guerra Fria e no período pós-Guerra Fria, os autores concluíram que, embora os EUA "não tenham enfrentado um adversário semelhante" nos anos que se seguiram à Guerra Fria, a situação atual mudou.

"Contudo, a configuração atual dos CVW não é adequada para as táticas que as forças navais dos EUA precisarão de empregar contra poderosos adversários, como a China e a Rússia, e potências regionais com capacidades melhoradas, como a Coreia do Norte e o Irã", informa o relatório.

Os autores sublinham que os sistemas de defesa antimísseis, "incluindo armas de energia dirigida e interceptores de curto alcance", que estão sendo desenvolvidos pelo Departamento de Defesa dos EUA, não serão suficientes em caso de potenciais lançamentos de mísseis chineses e russos.

Sugerindo diferentes composições da força naval, os pesquisadores admitem que seu plano alternativo "será mais caro" do que o que existe atualmente, porém, ele seria necessário para preservar a relevância da frota dos EUA.

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