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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

Trump diz que 'EUA não podem continuar sendo a polícia do mundo'

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou durante uma visita surpresa ao Iraque nesta quarta-feira (26) que os EUA não podem continuar sendo a 'polícia do mundo'.


Sputnik

"Os Estados Unidos não podem continuar sendo a polícia do mundo", disse Trump. "Não é justo que o fardo caia todo sobre nós, os Estados Unidos".


O presindente dos EUA, Donald Trump, discursa durante visita às tropas norte-americanas no Iraque.
Donald Trump © AP Photo / Andrew Harnik

Trump explicou que outros países devem expressar vontade em contribuir para a derrota de grupos terroristas como Daesh, que é proibido na Rússia.

"Na Síria, [o presidente turco Recep Tayyip] Erdogan disse que ele quer derrotar o ISIS [Daesh], o que sobrar, os remanescentes do ISIS. E a Arábia Saudita veio e disse que eles vão pagar pelo desenvolvimento econômico. O que é ótimo, o que significa que nós não vamos pagar", disse Trump.

O presidente norte-americano ainda apontou que a presença militar dos Estados Unidos foi expandida globalmente — uma situação que ele caracterizou como ridícula.

"Nós nos espalhamos pelo mundo inteiro. Nós estamos em países que a maioria das pessoas nunca sequer ouviu falar. Francamente, é ridículo", disse Trump.

Em 19 de dezembro, a Casa Branca anunciou que os EUA iriam retirar 2 mil soldados da Síria. Isso seria feito entre 60 e 100 dias. O motivo alegado por Trump é de que o Daesh foi derrotado. A administração também afirmou que pretende retirar as tropas do Afeganistão.

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