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Fuzileiros Navais do Brasil e dos EUA ratificam acordo de cooperação

Diálogo conversou com o Contra-Almirante (FN) da Marinha do Brasil (MB) Nélio de Almeida para conhecer detalhes dessa parceria
Por Marcos Ommati | Diálogo Américas | Poder Naval

Criar mais oportunidades de intercâmbio de conhecimento e treinamento combinado entre os Fuzileiros Navais do Brasil e dos Estados Unidos. Este é o objetivo principal de um plano de cinco anos ratificado em fevereiro de 2019 entre os representantes de ambas as forças, o Contra-Almirante (FN) da Marinha do Brasil Nélio de Almeida, comandante do Desenvolvimento Doutrinário do Corpo de Fuzileiros Navais (CFN) do Brasil e presidente nacional da Associação de Veteranos desta força, e o Contra-Almirante Michael F. Fahey III, comandante do Corpo de Fuzileiros Navais Sul dos EUA (MARFORSOUTH, em inglês). O C Alte Nélio recebeu Diálogo em seu escritório na Ilha do Governador, Rio de Janeiro, para dar detalhes do acordo e conversar sobre outros temas de interesse das marinhas do Brasil e de outros países da região e dos E…

Trump diz que 'EUA não podem continuar sendo a polícia do mundo'

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou durante uma visita surpresa ao Iraque nesta quarta-feira (26) que os EUA não podem continuar sendo a 'polícia do mundo'.


Sputnik

"Os Estados Unidos não podem continuar sendo a polícia do mundo", disse Trump. "Não é justo que o fardo caia todo sobre nós, os Estados Unidos".


O presindente dos EUA, Donald Trump, discursa durante visita às tropas norte-americanas no Iraque.
Donald Trump © AP Photo / Andrew Harnik

Trump explicou que outros países devem expressar vontade em contribuir para a derrota de grupos terroristas como Daesh, que é proibido na Rússia.

"Na Síria, [o presidente turco Recep Tayyip] Erdogan disse que ele quer derrotar o ISIS [Daesh], o que sobrar, os remanescentes do ISIS. E a Arábia Saudita veio e disse que eles vão pagar pelo desenvolvimento econômico. O que é ótimo, o que significa que nós não vamos pagar", disse Trump.

O presidente norte-americano ainda apontou que a presença militar dos Estados Unidos foi expandida globalmente — uma situação que ele caracterizou como ridícula.

"Nós nos espalhamos pelo mundo inteiro. Nós estamos em países que a maioria das pessoas nunca sequer ouviu falar. Francamente, é ridículo", disse Trump.

Em 19 de dezembro, a Casa Branca anunciou que os EUA iriam retirar 2 mil soldados da Síria. Isso seria feito entre 60 e 100 dias. O motivo alegado por Trump é de que o Daesh foi derrotado. A administração também afirmou que pretende retirar as tropas do Afeganistão.

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