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'Queremos que a Venezuela volte à democracia', diz Bolsonaro a TV dos EUA

Em entrevista à Fox News, o presidente também defendeu o muro para separar EUA do México. Nesta terça, ele vai se encontrar com Donald Trump.
Por G1

O presidente Jair Bolsonaro disse em entrevista à TV norte-americana na madrugada desta terça-feira (19) que a Venezuela estará no centro das discussões durante o encontro com o presidente dos EUA, Donald Trump, na Casa Branca, nesta tarde.

Ao canal Fox News, Bolsonaro reafirmou que o presidente norte-americano mantém "todas as opções na mesa"em relação à Venezuela. "Nós não podemos falar em todas as possibilidades, mas o que for possível de forma diplomática", disse Bolsonaro, segundo tradutor da emissora.

A entrevista foi ao ar com tradução simultânea, e em alguns trechos não foi possível ouvir o que o presidente respondeu. Bolsonaro disse que o Brasil é o país mais interessado em pôr fim ao governo de Nicolás Maduro.

O presidente afirmou que o governo brasileiro está alinhado ao de Trump. "Hoje temos nova ideologia,…

Turquia decide entrar no norte da Síria mais cedo possível

O ministro das Relações Exteriores da Turquia, Mevlut Cavusoglu, declarou que Ancara está determinada a entrar no norte da Síria, leste do rio Eufrates o mais cedo possível, informou o jornal turco Hurriyet.


Sputnik

Essa declaração chegou logo após as informações de que o presidente turco convidou seu homólogo estadunidense para visitar Ancara.


Soldados turcos estão em cima de tanque do exército turco de volta para a Turquia da cidade fronteiriça sírio-turca de Jarabulus em setembro na cidade fronteiriça turco-síria de Karkamis
Tropas turcas na fronteira com a Síria © AFP 2018 / BULENT KILIC

Anteriormente, o porta-voz do presidente da Turquia Recep Tayyip Erdogan revelou que militares dos EUA estão prontos para se encontrar com colegas turcos para discutir a coordenação na Síria em meio à saída das tropas estadunidenses do país.

Na quarta-feira (19), Donald Trump declarou que os EUA derrotaram o Daesh (grupo terrorista proibido na Rússia) na Síria, acrescentando que o grupo terrorista era a única razão pela qual as tropas dos EUA estavam combatendo no país do Oriente Médio.

Essa decisão foi criticada pelos aliados europeus dos EUA, incluindo a França e Alemanha. Mevlut Cavusoglu, por sua vez, declarou que a operação militar turca no norte da Síria seria adiada até as tropas norte-americanas saírem. Ao mesmo tempo, o porta-voz de Erdogan afirmou que Ancara planeja coordenar suas ações na luta contra terroristas com Moscou.

Em meados de dezembro, Erdogan declarou que o exército turco estaria em prontidão para iniciar, o mais breve possível, uma operação militar contra as forças das Unidades de Proteção Popular curdas (YPG), ao lado oriental do rio Eufrates. Entretanto, depois de conversa telefônica com o presidente dos EUA, Donald Trump, o presidente declarou ter decidido adiar o início da operação militar na Síria.

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