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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

Turquia: 'Não precisamos da permissão de Israel para combater o terrorismo na Síria'

O porta-voz do governo turco comentou um ataque verborrágico do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu, que pelo Twitter chamou o presidente da Turquia Recep Erdogan de "ocupante do norte de Chipre" e acusou forças turcas de massacrar "mulheres e crianças em aldeias curdas".


Sputnik

O porta-voz da presidência da Turquia, Ibrahim Kalin, anunciou que Ancara pretende continuar a luta contra o terrorismo sem pedir o consentimento de outros países, informou o Hurriyet Daily News na terça-feira.


Soldados do Exército turco preparam para usar tanques nos arredores da vila de Sugedigi, na Turquia, fronteira com a Síria.
Tanques turcos na fronteira com a Síria © AP Photo / Lefteris Pitarakis

"Está fora de questão que a Turquia obtenha permissão ou consentimento de Israel ou de qualquer outro país [para combater o terror]", disse ele a jornalistas após uma reunião de gabinete.

Mais cedo, o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu criticou Erdogan no Twitter, chamando-o "o ocupante do norte de Chipre, cujo exército massacra mulheres e crianças em aldeias curdas, dentro e fora da Turquia", e insistiu que o presidente turco "não deveria pregar para Israel".

Em resposta, Erdogan apelidou Netanyahu é "a voz dos tiranos" e o chefe do "Estado do terror".

Enquanto isso, Kalin também afirmou que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump decidiu retirar as tropas americanas da Síria depois que Erdogan disse a ele que Washington e Ancara não precisam da ajuda das forças curdas do YPG/SDF para combater o Daesh (grupo terrorista autodenominado Estado Islâmico).

"Não há um passo atrás, fraqueza, interrupção ou desaceleração na luta contra o grupo terrorista Daesh", disse Kalin depois de declarar que a Turquia manterá sua presença militar na província síria de Idlib para garantir "segurança e estabilidade na região".

Erdogan e Netanyahu já se envolveram em confrontos verbais entre si em diversas ocasiões, mas disputa entre os líderes turco e israelense se intensificou após a recente escalada das tensões na fronteira entre Israel e Gaza, o que custou a vida de quatro palestinos na sexta-feira.

No início de dezembro, Erdogan anunciou que as forças turcas estavam preparadas para iniciar uma ofensiva na margem leste do rio Eufrates contra milícias curdas o mais rápido possível.

Mais tarde, o ministro das Relações Exteriores, Cavusoglu, disse que a operação no norte da Síria seria adiada até que as tropas dos EUA se retirassem completamente da área. Ao mesmo tempo, o porta-voz de Erdogan disse que Ancara vai coordenar sua campanha contra o Daesh com Moscou.

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