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General brasileiro em forças dos EUA atrapalha laços com Moscou e Pequim, diz especialista

A decisão do Brasil de enviar um oficial para integrar as Forças Armadas dos Estados Unidos deve atrapalhar as relações do país com importantes aliados, como China e Rússia. A avaliação é do especialista em Relações Internacionais Paulo Velasco, que conversou nesta segunda-feira com a Sputnik sobre esse polêmico assunto.
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Na última semana, se tornou pública no Brasil a notícia de que o país indicará, até o final do ano, um general para assumir um posto no Comando Sul (SouthCom) dos EUA, que cobre América Central, Caribe e América do Sul, provocando controvérsias.


De acordo com o comandante responsável, o almirante Craig Faller, os interesses norte-americanos na região seriam ameaçados por Rússia, China, Irã, Venezuela, Cuba e Nicarágua, países com os quais o Brasil poderá ter relações prejudicadas por conta dessa situação, conforme acredita Velasco, professor adjunto de Política Internacional do Departamento de Relações Internacionais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (U…

Ucrânia convoca reservistas para treinamentos por 20 dias

Ucranianos aptos a servirem as Forças Armadas do país já estão sendo convocados para treinamentos, informou o serviço de imprensa do Estado-Maior das Forças Armadas da Ucrânia em sua página oficial do Facebook.


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"Os treinamentos […] dos militares da reserva operacional de primeira categoria em unidades de combate continuarão por 20 dias", informa o comunicado.


Fuzileiros navais dos EUA chegaram à Ucrânia para participar do treinamento das forças armadas
Fuzileiros navais dos EUA na Ucrãnia para treinar militares ucranianos | CC BY 2.0 / Exército dos EUA

Planeja-se também realizar treinamentos de 10 dias nos polígonos das regiões ucranianas de Kherson e Zaporozhie.

"Ressaltamos que todos esses eventos estão sendo planejados de modo que os reservistas tenham a oportunidade de retornar aos seus lares antes do Natal católico para passá-lo com as famílias", acrescentou o Estado-Maior.

Na Ucrânia, as convocações de reservistas começaram devido à lei marcial introduzida em 10 regiões do país por 30 dias logo depois do incidente no estreito de Kerch. A lei limita temporariamente as liberdades e direitos constitucionais dos cidadãos, incluindo o direito de voto e de liberdade de expressão.

Em 25 de novembro, três navios ucranianos violaram a fronteira russa entrando nas águas territoriais do país e realizando manobras perigosas. Como as embarcações ucranianas ignoraram os avisos das autoridades russas, a guarda fronteiriça deteve os navios com 24 tripulantes a bordo. O tribunal abriu um processo criminal contra os marinheiros.

Moscou qualificou o incidente como uma provocação que é explicada pela baixa popularidade do presidente Pyotr Poroshenko nas vésperas das eleições presidenciais.

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