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EUA entregam armas modernas a forças curdas da Síria, escreve mídia

Os opositores americanos da retirada das tropas dos EUA da Síria entregaram armas modernas às Unidades de Proteção Popular (YPG), escreveu o jornal turco Yeni Akit, citando fontes locais.
Sputnik

A edição destaca que o fornecimento é referente a um grande número de modernos sistemas de mísseis antitanque Javelin e Tow. Supõe-se que os curdos usem essas armas contra tanques turcos, que logo entrarão em Manbij, no norte da Síria.


Segundo a publicação, as forças especiais turcas estão no momento realizando buscas por esses complexos nesta cidade e, devido a isso, a Turquia está atrasando sua operação militar na referida cidade.

Anteriormente, o presidente turco Recep Tayyip Erdogan havia anunciado que, se os EUA não se retirarem da Síria, Ancara estaria pronta para lançar uma operação no leste do Eufrates, assim como em Manbij, contra as forças de autodefesa dos curdos sírios.

Em meados de dezembro de 2018, o líder americano, Donald Trump, declarou a vitória sobre o grupo de militantes Daesh …

Ucrânia praticamente perdeu apoio político do Ocidente, afirma general ucraniano

A Ucrânia praticamente perdeu o apoio dos países ocidentais porque cria problemas para eles, declarou ao canal de televisão 112 o general e ex-ministro da Defesa da Ucrânia Aleksandr Kuzmuk.


Sputnik

"Não é fácil fazer uma avaliação franca. Ela não é positiva. Estamos nos tornando um fator irritante para a Europa e para os EUA", disse Kuzmuk, comentando a reação ao incidente no estreito de Kerch e a situação na Ucrânia.


Bandeira da Ucrânia é hasteada em ato que pede a entrada do país na União Europeia
© Sputnik / Pavel Palamarchuk

Ele observou que o Ocidente espera que Kiev resolva seus problemas por conta própria.

"E o pior é que ficamos sem o apoio político", concluiu o general.

Em 2014, Kiev abandonou o status de país não-alinhado. Em 2016, a entrada na OTAN se tornou o objetivo da política externa do país. Até 2020, a Ucrânia deve assegurar a plena compatibilidade de suas Forças Armadas com as forças dos países da Aliança.

Por sua vez, o ex-secretário-geral da OTAN, Anders Fogh Rasmussen, declarou que os preparativos para a entrada no bloco político-militar ainda levariam muito tempo. Segundo os especialistas, Kiev não poderá pretender aderir à Aliança nos próximos 20 anos.

Em novembro, a Suprema Rada (parlamento ucraniano) adotou um projeto que estabelece como objetivo do país a adesão à União Europeia e à OTAN. Além disso, o presidente ucraniano, Pyotr Poroshenko, propôs uma série de cláusulas que poderão "consolidar a escolha da Ucrânia e o seu lugar como membro da família europeia".

No entanto, segundo o comissário europeu para o Alargamento e Política de Vizinhança, Johannes Hahn, é irrealista falar sobre a adesão de Kiev à UE nos próximos anos. Ele enfatizou que o país deve se concentrar na implementação do acordo de associação com a União Europeia.

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