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'Queremos que a Venezuela volte à democracia', diz Bolsonaro a TV dos EUA

Em entrevista à Fox News, o presidente também defendeu o muro para separar EUA do México. Nesta terça, ele vai se encontrar com Donald Trump.
Por G1

O presidente Jair Bolsonaro disse em entrevista à TV norte-americana na madrugada desta terça-feira (19) que a Venezuela estará no centro das discussões durante o encontro com o presidente dos EUA, Donald Trump, na Casa Branca, nesta tarde.

Ao canal Fox News, Bolsonaro reafirmou que o presidente norte-americano mantém "todas as opções na mesa"em relação à Venezuela. "Nós não podemos falar em todas as possibilidades, mas o que for possível de forma diplomática", disse Bolsonaro, segundo tradutor da emissora.

A entrevista foi ao ar com tradução simultânea, e em alguns trechos não foi possível ouvir o que o presidente respondeu. Bolsonaro disse que o Brasil é o país mais interessado em pôr fim ao governo de Nicolás Maduro.

O presidente afirmou que o governo brasileiro está alinhado ao de Trump. "Hoje temos nova ideologia,…

Ucrânia praticamente perdeu apoio político do Ocidente, afirma general ucraniano

A Ucrânia praticamente perdeu o apoio dos países ocidentais porque cria problemas para eles, declarou ao canal de televisão 112 o general e ex-ministro da Defesa da Ucrânia Aleksandr Kuzmuk.


Sputnik

"Não é fácil fazer uma avaliação franca. Ela não é positiva. Estamos nos tornando um fator irritante para a Europa e para os EUA", disse Kuzmuk, comentando a reação ao incidente no estreito de Kerch e a situação na Ucrânia.


Bandeira da Ucrânia é hasteada em ato que pede a entrada do país na União Europeia
© Sputnik / Pavel Palamarchuk

Ele observou que o Ocidente espera que Kiev resolva seus problemas por conta própria.

"E o pior é que ficamos sem o apoio político", concluiu o general.

Em 2014, Kiev abandonou o status de país não-alinhado. Em 2016, a entrada na OTAN se tornou o objetivo da política externa do país. Até 2020, a Ucrânia deve assegurar a plena compatibilidade de suas Forças Armadas com as forças dos países da Aliança.

Por sua vez, o ex-secretário-geral da OTAN, Anders Fogh Rasmussen, declarou que os preparativos para a entrada no bloco político-militar ainda levariam muito tempo. Segundo os especialistas, Kiev não poderá pretender aderir à Aliança nos próximos 20 anos.

Em novembro, a Suprema Rada (parlamento ucraniano) adotou um projeto que estabelece como objetivo do país a adesão à União Europeia e à OTAN. Além disso, o presidente ucraniano, Pyotr Poroshenko, propôs uma série de cláusulas que poderão "consolidar a escolha da Ucrânia e o seu lugar como membro da família europeia".

No entanto, segundo o comissário europeu para o Alargamento e Política de Vizinhança, Johannes Hahn, é irrealista falar sobre a adesão de Kiev à UE nos próximos anos. Ele enfatizou que o país deve se concentrar na implementação do acordo de associação com a União Europeia.

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