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EUA entregam armas modernas a forças curdas da Síria, escreve mídia

Os opositores americanos da retirada das tropas dos EUA da Síria entregaram armas modernas às Unidades de Proteção Popular (YPG), escreveu o jornal turco Yeni Akit, citando fontes locais.
Sputnik

A edição destaca que o fornecimento é referente a um grande número de modernos sistemas de mísseis antitanque Javelin e Tow. Supõe-se que os curdos usem essas armas contra tanques turcos, que logo entrarão em Manbij, no norte da Síria.


Segundo a publicação, as forças especiais turcas estão no momento realizando buscas por esses complexos nesta cidade e, devido a isso, a Turquia está atrasando sua operação militar na referida cidade.

Anteriormente, o presidente turco Recep Tayyip Erdogan havia anunciado que, se os EUA não se retirarem da Síria, Ancara estaria pronta para lançar uma operação no leste do Eufrates, assim como em Manbij, contra as forças de autodefesa dos curdos sírios.

Em meados de dezembro de 2018, o líder americano, Donald Trump, declarou a vitória sobre o grupo de militantes Daesh …

Ucrânia se compromete a respeitar nova trégua em Donbass

Kiev está respeitará o novo cessar-fogo na região leste da Ucrânia, fechado nesta quinta-feira (27), que entrará em vigor à meia-noite do dia 29 de dezembro, disse o enviado de Kiev ao Grupo de Contato Trilateral sobre Donbass, Evgueni Marchuk.


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"Hoje [quinta-feira] confirmamos e declaramos que amanhã, a partir das 00:00 [20h no horário de Brasília], a Ucrânia garantirá um armistício completo", disse Marchuk à emissora ucraniana Priamói.


Troca de prisioneiros entre Kiev e Donbass, região de Lugansk
Troca de prisioneiros entre Kiev e Donbass © Sputnik / Sergei Averin

Marchuk ainda acrescentou que Kiev precisa "aproveitar ao máximo essa trégua para reconstruir instalações de infraestrutura crítica que foram danificadas".

Desde abril de 2014, a Ucrânia realizou uma operação contra milícias no leste de seu território, onde as repúblicas populares de Donetsk e Lugansk foram proclamadas em resposta ao que foi considerado seus cidadãos um golpe em Kiev, em fevereiro do mesmo ano.

Os acordos de Minsk, assinados em setembro de 2014 e fevereiro de 2015, estabeleceram as bases para uma solução política para o conflito. No entanto, os acordos não levaram ao fim da violência, cujo resultado a ONU estima em mais de 10,3 mil mortes, além de cerca de 1,8 milhão de deslocados e afetados pelo conflito.

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