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'Queremos que a Venezuela volte à democracia', diz Bolsonaro a TV dos EUA

Em entrevista à Fox News, o presidente também defendeu o muro para separar EUA do México. Nesta terça, ele vai se encontrar com Donald Trump.
Por G1

O presidente Jair Bolsonaro disse em entrevista à TV norte-americana na madrugada desta terça-feira (19) que a Venezuela estará no centro das discussões durante o encontro com o presidente dos EUA, Donald Trump, na Casa Branca, nesta tarde.

Ao canal Fox News, Bolsonaro reafirmou que o presidente norte-americano mantém "todas as opções na mesa"em relação à Venezuela. "Nós não podemos falar em todas as possibilidades, mas o que for possível de forma diplomática", disse Bolsonaro, segundo tradutor da emissora.

A entrevista foi ao ar com tradução simultânea, e em alguns trechos não foi possível ouvir o que o presidente respondeu. Bolsonaro disse que o Brasil é o país mais interessado em pôr fim ao governo de Nicolás Maduro.

O presidente afirmou que o governo brasileiro está alinhado ao de Trump. "Hoje temos nova ideologia,…

Ucrânia se compromete a respeitar nova trégua em Donbass

Kiev está respeitará o novo cessar-fogo na região leste da Ucrânia, fechado nesta quinta-feira (27), que entrará em vigor à meia-noite do dia 29 de dezembro, disse o enviado de Kiev ao Grupo de Contato Trilateral sobre Donbass, Evgueni Marchuk.


Sputnik

"Hoje [quinta-feira] confirmamos e declaramos que amanhã, a partir das 00:00 [20h no horário de Brasília], a Ucrânia garantirá um armistício completo", disse Marchuk à emissora ucraniana Priamói.


Troca de prisioneiros entre Kiev e Donbass, região de Lugansk
Troca de prisioneiros entre Kiev e Donbass © Sputnik / Sergei Averin

Marchuk ainda acrescentou que Kiev precisa "aproveitar ao máximo essa trégua para reconstruir instalações de infraestrutura crítica que foram danificadas".

Desde abril de 2014, a Ucrânia realizou uma operação contra milícias no leste de seu território, onde as repúblicas populares de Donetsk e Lugansk foram proclamadas em resposta ao que foi considerado seus cidadãos um golpe em Kiev, em fevereiro do mesmo ano.

Os acordos de Minsk, assinados em setembro de 2014 e fevereiro de 2015, estabeleceram as bases para uma solução política para o conflito. No entanto, os acordos não levaram ao fim da violência, cujo resultado a ONU estima em mais de 10,3 mil mortes, além de cerca de 1,8 milhão de deslocados e afetados pelo conflito.

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