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Área militar do governo brasileiro demonstra desconforto com suspensão de investigação do caso Queiroz

Integrantes da área militar do governo demostraram desconforto com o pedido de suspensão da investigação para apurar movimentações financeiras de Fabricio Queiroz consideradas "atípicas" pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).
Por Gerson Camarotti | G1

A avaliação de auxiliares do presidente Jair Bolsonaro é que essa decisão tomada pelo ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), só faz prolongar o desgaste provocado pelo caso.

O ministro Luiz Fux atendeu pedido do deputado estadual e senador eleito Flavio Bolsonaro (PSL-RJ), de quem Queiroz foi assessor. O Coaf apontou movimentação de R$ 1,2 milhão em uma conta bancária de Queiroz durante um ano sem que houvesse esclarecimento.

Para esses auxiliares, foi uma surpresa a solicitação feita por Flávio Bolsonaro para suspender as investigações.

“Ainda não há uma explicação convincente. Enquanto isso não acontecer, o desgaste desse caso vai continuar. Já está demorando demais”, comentou ao blog um auxilia…

Ucrânia tem potencial para criar armas nucleares, diz general ucraniano

A Ucrânia tem capacidades intelectuais, organizacionais e financeiras únicas para criar suas próprias armas nucleares, declarou ao canal Obozrevatel o general-major Pyotr Garaschuk, ex-representante da missão da Ucrânia na OTAN.


Sputnik


"Digo mais uma vez, temos todo o potencial para desenvolver e lançar [nossas] próprias armas nucleares", afirmou Garaschuk ao canal.


ICBM SS-18 "Satanás"
ICBM SS-18 "Satanás"

O general acrescentou que Kiev tem a capacidade de criar não apenas bombas atômicas, mas também ogivas nucleares para mísseis.

Garaschuk afirma que, nas condições atuais, a Ucrânia não deve ter medo de nenhuma sanção internacional em relação à criação de armas nucleares.

O Memorando de Budapeste, assinado em 5 de dezembro de 1994 pelos líderes da Ucrânia, Rússia, EUA e Grã-Bretanha, tornou-se um documento que privou Kiev de produzir armas nucleares. Depois disso, a Ucrânia aderiu ao Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares.

Segundo Igor Panin, vice-diretor do Departamento Jurídico do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, a tese da Ucrânia de que Moscou violou o Memorando de Budapeste é insustentável, uma vez que o documento não é um tratado internacional e não impõe obrigações adicionais aos países além das obrigações existentes no momento da assinatura.

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