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Poloneses pedem a Trump ajuda para conseguir indenização da Rússia e Alemanha pela 2ª Guerra

Um auto-proclamado "partido bíblico antiglobalista" pró-EUA e pró-Israel da Polônia, que se autodenomina "Movimento 11 de novembro", criou uma petição no site We the People da Casa Branca pedindo ao presidente Donald Trump ajude a obter "compensação adequada" da Rússia e da Alemanha por danos causados ​​na Segunda Guerra Mundial.
Sputnik

"Os poloneses livres estão apelando para os EUA, o vencedor na Segunda Guerra Mundial e o fiador dos acordos do pós-guerra, para obter ajuda na recuperação das reparações de guerra da Alemanha e da Rússia", diz a petição.


Além de alcançar a "justiça histórica", uma campanha de reparações bem-sucedida desempenharia "um papel fundamental na Polônia, tornando-se um forte aliado dos Estados Unidos diante da ameaça que surge na Europa e na Ásia — um novo Império do Mal".

Falando ao The New American, uma pequena revista de propriedade da John Birch Society, o co-autor e vice-presidente do Movimento 11…

Ucrânia tem potencial para criar armas nucleares, diz general ucraniano

A Ucrânia tem capacidades intelectuais, organizacionais e financeiras únicas para criar suas próprias armas nucleares, declarou ao canal Obozrevatel o general-major Pyotr Garaschuk, ex-representante da missão da Ucrânia na OTAN.


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"Digo mais uma vez, temos todo o potencial para desenvolver e lançar [nossas] próprias armas nucleares", afirmou Garaschuk ao canal.


ICBM SS-18 "Satanás"
ICBM SS-18 "Satanás"

O general acrescentou que Kiev tem a capacidade de criar não apenas bombas atômicas, mas também ogivas nucleares para mísseis.

Garaschuk afirma que, nas condições atuais, a Ucrânia não deve ter medo de nenhuma sanção internacional em relação à criação de armas nucleares.

O Memorando de Budapeste, assinado em 5 de dezembro de 1994 pelos líderes da Ucrânia, Rússia, EUA e Grã-Bretanha, tornou-se um documento que privou Kiev de produzir armas nucleares. Depois disso, a Ucrânia aderiu ao Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares.

Segundo Igor Panin, vice-diretor do Departamento Jurídico do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, a tese da Ucrânia de que Moscou violou o Memorando de Budapeste é insustentável, uma vez que o documento não é um tratado internacional e não impõe obrigações adicionais aos países além das obrigações existentes no momento da assinatura.

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