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Capacetes brancos preparam novas provocações na Síria, diz enviado russo na ONU

Membros dos Capacetes Brancos estão preparando novas provocações com substâncias tóxicas na Síria, disse o vice-embaixador russo na ONU, Vladimir Safronkov, nesta quarta-feira (24) na reunião do Conselho de Segurança da ONU.
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Safronkov observou que os Capacetes Brancos acusariam o governo sírio pelo uso de tais substâncias.

Mais cedo nesta quarta-feira (24), o Major General Viktor Kupchishin, chefe do Centro Russo para a Reconciliação Síria, argumentou que funcionários da mídia estrangeira na província síria de Hama conduziram uma filmagem falsa da "morte" de uma família supostamente devido ao uso de armas químicas pelas tropas sírias.

Em diversas ocasiões, Moscou e Damasco apontaram que os Capacetes Brancos estavam produzindo provocações envolvendo o uso de armas químicas com o objetivo de culpar o governo da Síria e dar aos países ocidentais justificativas para a intervenção no país.
A estratégia de encenar ataques para usá-los como falsa bandeira tem sido usada repetida…

Ucrânia tentou envolver Alemanha em uma guerra, diz ex-chanceler alemão

A Ucrânia tentou envolver a Alemanha em uma guerra, afirmou o ex-ministro das Relações Exteriores da Alemanha, Sigmar Gabriel, ao canal N-TV.


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"Acho que não devemos permitir de modo algum que a Ucrânia nos envolva em uma guerra. A Ucrânia tentou fazer isso", disse o diplomata alemão, comentando o incidente no estreito de Kerch.


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Sigmar Gabriel

Ao mesmo tempo, Gabriel também acusou a Rússia, que protegia suas águas territoriais dos navios ucranianos que as atravessavam, de "violar o direito internacional" e expressou a esperança que a chanceler alemã Angela Merkel consiga "encaminhar as partes para relações normais".

Recentemente, em entrevista ao jornal alemã Funke Media, o líder ucraniano Pyotr Poroshenko falou sobre a necessidade de a Alemanha e seus aliados aumentarem sua presença militar no mar Negro "como um fator dissuasivo para a Rússia". Trechos da entrevista foram publicados no seu site.

Anteriormente, Poroshenko já se tinha mostrado esperançoso que a OTAN viesse apoiá-lo com o envio de navios da OTAN ao mar Negro após o incidente em questão.

Incidente no estreito de Kerch

Em 25 de novembro, três navios ucranianos violaram a fronteira russa entrando nas águas territoriais do país e realizando manobras perigosas. Como as embarcações ucranianas ignoraram os avisos das autoridades russas, a guarda fronteiriça deteve os navios com 24 tripulantes a bordo, o tribunal abriu um processo criminal contra os marinheiros.

Logo após o incidente, Kiev introduziu a lei marcial em 10 regiões do país por 30 dias. A lei limita temporariamente as liberdades e direitos constitucionais dos cidadãos, incluindo o direito de voto e de liberdade de expressão.

Moscou qualificou o incidente como uma provocação que é explicada pela baixa popularidade do presidente Pyotr Poroshenko nas vésperas das eleições presidenciais.

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