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Trump reconhece soberania de Israel sobre Colinas de Golã

Ao lado de Netanyahu, presidente dos EUA contradiz décadas de política externa e reconhece a soberania de Israel sobre o território, ocupado em 1967 e anexado em 1981. Síria vê ataque a sua integridade territorial.
Deutsch Welle

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reconheceu formalmente nesta segunda-feira (25/03) a soberania de Israel sobre as Colinas de Golã, um território disputado com a Síria e que Israel anexou em 1981.

O governo do presidente sírio, Basahr al-Assad, respondeu de imediato e afirmou que a decisão é um ataque à soberania e à integridade territorial da Síria.

O decreto de reconhecimento foi assinado no início de um encontro com o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, em Washington. Trump justificou a medida com as "ações agressivas" do Irã e de grupos "terroristas" contra Israel.

Netanyahu disse que se trata de um dia histórico e que Trump é o melhor amigo que Israel já teve.

Em Israel, o reconhecimento pode significar um forte i…

Venezuela condena militares acusados de conspiração para derrubar Nicolás Maduro

Os oficiais foram presos entre março e maio de 2014. As sentenças variam de cinco a oito anos de prisão.


France Presse

Nove militares venezuelanos, da ativa e da reserva, foram condenados por "conspiração" para derrubar o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, em 2014, informou o Supremo Tribunal de Justiça (TSJ, na sigla em espanhol) nesta quarta-feira (26).

O presidente venezuelano Nicolás Maduro vota durante eleição para vereadores, em Caracas, no domingo (9) — Foto: AP Photo/Ariana Cubillos
O presidente venezuelano Nicolás Maduro vota durante eleição para vereadores, em Caracas, no domingo (9) — Foto: AP Photo/Ariana Cubillos

O mais alto tribunal do país confirmou as condenação depois que um tribunal e uma corte marcial rejeitaram os recursos apresentados pelos militares. Eles foram acusados de "preparar em 2014 um movimento insurrecional e desestabilizador, chamado Operação Jericho, contra o governo nacional".

"As diferentes condenações do Conselho de Guerra Acidental de Caracas foram confirmadas, pois estavam envolvidos - como autores ou cúmplices imediatos - nos crimes de instigação de rebelião e contra o decoro militar", acusou o TSJ, acusado pela oposição de "servir" a Maduro.

As sentenças variam de cinco a oito anos de prisão e envolvem o major-general Oswaldo Hernández, o coronel da reserva José Delgado e sete outros oficiais da Aeronáutica, do Exército e da Marinha, segundo um comunicado do TSJ.

Os oficiais foram presos entre março e maio de 2014.

De acordo com fragmentos do arquivo publicado pela imprensa local, o plano consistia em tomar destacamentos militares, prender Maduro e outros líderes do chavismo e gerar uma mobilização de cidadãos para derrubar o governo.

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