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EUA criticam bombardeiros russos na Venezuela: "Nós mandamos navio-hospital"

O coronel Robert Manning, porta-voz do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, criticou com veemência nesta segunda-feira o envio de bombardeiros russos à Venezuela e citou o envio de navio-hospital à região como exemplo do compromisso de Washington com a região.
EFE

Washington - "O enfoque dos EUA sobre a região difere do enfoque da Rússia. No meio da tragédia, a Rússia envia bombardeiros à Venezuela e nós mandamos um navio-hospital", declarou Manning durante uma entrevista coletiva realizada hoje no Pentágono.


O militar se referia com estas palavras ao USNS Comfort, que partiu em meados de outubro rumo à América Central e à América do Sul para oferecer ajuda sanitária aos milhares de refugiados venezuelanos amparados por diversos países da região.

"Enquanto nós oferecemos ajuda humanitária, a Rússia envia bombardeiros", lamentou Manning em referência ao envio uma esquadrilha de aviões russos, incluindo dois bombardeiros estratégicos T-160, capazes de carregar bomb…

VÍDEO mostra poder de fogo sírio contra grupos terroristas

Nas redes foi publicado um vídeo mostrando o poder de fogo do exército sírio na luta contra os grupos terroristas.


Sputnik

O vídeo mostra o disparo de obuseiros autopropulsados de fabricação russa 2S3 Akatsiya, de 152 mm, causando a explosão simultânea de mais de uma dúzia de projéteis de 43 kg cada, segundo o portal militar russo Russkoe Oruzhie.


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Atualmente, as tropas sírias possuem aproximadamente 50 unidades do 2S3 Akatsiya. O sistema 2S3 de 152 mm entrou em serviço no exército soviético no início dos anos 70 é o equivalente ao M109 americano.

Sua designação correta é SO-152, mas no exército russo é habitualmente chamado de Akatsiya (Acácia) e a marca industrial é 2S3.

O veículo tem como base o chassi do Sa-4 Ganef, mas em vez das 7 rodas só tem 6 de cada lado, com o peso de 27.500 kg. O motor consiste em um V-58 V-12 a diesel, desenvolvendo cerca de 520 cv, com velocidade máxima de 60 km/h em estrada, tendo uma autonomia de 500 km.

O veículo já não se encontra em produção, mas ainda é utilizado nos exércitos da Rússia, Argélia, Armênia, Bielorrússia, Cuba, Geórgia, Iraque, Cazaquistão, Líbia, Síria, Vietnã, Ucrânia e Uzbequistão.


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