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Os mísseis russos que se tornaram alvo de disputa entre EUA e Turquia

A Turquia, dona do segundo maior Exército entre os 29 países que compõem a Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), está prestes a adquirir mísseis antiaéreos S-400.
BBC News Brasil

Os S-400 são os mísseis "terra-ar" mais avançados do mundo e se tornaram motivo de uma disputa entre Turquia e Estados Unidos que pode ameaçar a aliança militar das potências ocidentais.

Isso porque os S-400 são fabricados na Rússia, o principal rival da organização fundada em 1949 justamente para se opor à então União Soviética.

A insistência da Turquia em adquirir os mísseis russos irritou os Estados Unidos, que encaram a decisão como uma potencial ameaça para seus aviões de combate F-35, também em vias de serem comprados pelos turcos.
Troca de farpas

"Não ficaremos de braços cruzados enquanto os aliados da Otan compram armas dos nossos adversários", advertiu o vice-presidente dos EUA, Mike Pence, durante um encontro organizado há poucos dias em Washington para celebrar o aniversár…

Administração Trump poderá expandir escudo antimísseis estadunidense

A administração do presidente dos EUA, Donald Trump, está considerando expandir o sistema de defesa antimísseis estadunidense tanto dentro do país como no exterior, informou a agência AP.


Sputnik

Entre os planos que a Casa Branca está analisando, encontra-se a possibilidade de implantar uma rede de satélites projetada para detectar e rastrear mísseis hostis.


Sistema de defesa antimíssil estadunidense Aegis Ashore
CC BY 2.0 / Agência de Defesa Antimíssil dos EUA / FTO-02-E1a-002

Espera-se que os detalhes do programa de ampliação sejam divulgados após o Departamento de Defesa apresentar os resultados da revisão do escudo antimísseis nesta quinta-feira (17). O Pentágono não publicou esse documento no ano passado por causa das tentativas de Trump de persuadir a Coreia do Norte a renunciar às suas armas nucleares. A publicação desse relatório teria prejudicado as negociações com Pyongyang.

De acordo com a AP, a administração Trump sublinhou a necessidade de deter os mísseis inimigos antes que eles sejam lançados ou nos primeiros minutos de voo. O Congresso já havia ordenado ao Pentágono acelerar esse plano, que incluiria o uso de drones armados com lasers.

Entretanto, qualquer expansão do escudo antimísseis afetará outras prioridades da Defesa, como os bilhões de dólares adicionais que o governo se comprometeu a investir em uma nova geração de armas nucleares.

Além disso, a expansão do sistema de defesa antimísseis teria implicações importantes para a diplomacia dos EUA nas relações com a Rússia e a China.

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