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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Armas biológicas norte-coreanas representam maior ameaça que nucleares, diz mídia

De acordo com os especialistas, as armas biológicas da Coreia do Norte representam uma maior ameaça do que as nucleares, já que em caso de conflito Pyongyang usaria com maior probabilidade armas biológicas, escreveu o jornal The Daily Telegraph.


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Segundo o jornal, os serviços de inteligência revelaram o aumento brusco de buscas na internet a partir de território norte-coreano sobre pesquisas avançadas de genes e bactérias. A mídia conclui que as armas biológicas da Coreia do Norte representam uma ameaça maior do que as nucleares.


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O Instituto de Estudos Internacionais de Middlebury, EUA, examinou o assunto e revelou que Pyongyang está estudando os trabalhos de investigadores estrangeiros para desenvolver suas capacidades existentes em tecnologias biológicas e criar equipamentos para produzir armas biológicas, diz a edição citando os dados do The New York Times.

A Administração do presidente Donald Trump exerce uma grande pressão sobre a Coreia do Norte quanto à questão do armamento nuclear do país e do programa de mísseis balísticos intercontinentais. Porém, aparentemente Washington não pede esclarecimentos sobre a situação em torno das alegadas reservas de agentes bacteriológicos patogênicos. Essas armas são frequentemente apelidadas de "armamento nuclear para pobres", segundo a edição.

O funcionário do Pentágono, Andrew Weber, responsável pelos programas de defesa nuclear, química e biológica durante o mandato de Barack Obama, declarou que "a Coreia do Norte usaria com maior probabilidade armas biológicas do que nucleares".

Os analistas afirmam que a ameaça de um "contra-ataque bacteriológico devastador" visaria conter os inimigos da Coreia do Norte, apesar de os agentes biológicos poderem ser usados também na qualidade de arma ofensiva.

Um dos agentes potencialmente mais mortíferos seria, provavelmente, a varíola, capaz de matar um terço das pessoas contaminadas. Além disso, Pyongyang tem a possibilidade de produzir estirpes de carbúnculo, escreveu o jornal.

Segundo The Daily Telegraph, a Coreia do Norte não tem escondido seu programa de armas biológicas. Assim, ainda em 2015 a mídia estatal mostrou a visita do líder norte-coreano Kim Jong-un a uma fábrica que, de acordo com especialistas, podia ser adaptada para produzir armas biológicas.

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