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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
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Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Armas biológicas norte-coreanas representam maior ameaça que nucleares, diz mídia

De acordo com os especialistas, as armas biológicas da Coreia do Norte representam uma maior ameaça do que as nucleares, já que em caso de conflito Pyongyang usaria com maior probabilidade armas biológicas, escreveu o jornal The Daily Telegraph.


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Segundo o jornal, os serviços de inteligência revelaram o aumento brusco de buscas na internet a partir de território norte-coreano sobre pesquisas avançadas de genes e bactérias. A mídia conclui que as armas biológicas da Coreia do Norte representam uma ameaça maior do que as nucleares.


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O Instituto de Estudos Internacionais de Middlebury, EUA, examinou o assunto e revelou que Pyongyang está estudando os trabalhos de investigadores estrangeiros para desenvolver suas capacidades existentes em tecnologias biológicas e criar equipamentos para produzir armas biológicas, diz a edição citando os dados do The New York Times.

A Administração do presidente Donald Trump exerce uma grande pressão sobre a Coreia do Norte quanto à questão do armamento nuclear do país e do programa de mísseis balísticos intercontinentais. Porém, aparentemente Washington não pede esclarecimentos sobre a situação em torno das alegadas reservas de agentes bacteriológicos patogênicos. Essas armas são frequentemente apelidadas de "armamento nuclear para pobres", segundo a edição.

O funcionário do Pentágono, Andrew Weber, responsável pelos programas de defesa nuclear, química e biológica durante o mandato de Barack Obama, declarou que "a Coreia do Norte usaria com maior probabilidade armas biológicas do que nucleares".

Os analistas afirmam que a ameaça de um "contra-ataque bacteriológico devastador" visaria conter os inimigos da Coreia do Norte, apesar de os agentes biológicos poderem ser usados também na qualidade de arma ofensiva.

Um dos agentes potencialmente mais mortíferos seria, provavelmente, a varíola, capaz de matar um terço das pessoas contaminadas. Além disso, Pyongyang tem a possibilidade de produzir estirpes de carbúnculo, escreveu o jornal.

Segundo The Daily Telegraph, a Coreia do Norte não tem escondido seu programa de armas biológicas. Assim, ainda em 2015 a mídia estatal mostrou a visita do líder norte-coreano Kim Jong-un a uma fábrica que, de acordo com especialistas, podia ser adaptada para produzir armas biológicas.

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