Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Defesa do Brasil tem maior gasto com pessoal na década, e investimento militar cai

Despesas com ativos e inativos crescem R$ 7,1 bi em 2019, reflexo de aumento salarial
Por Igor Gielow e Gustavo Patu | Folha de S.Paulo

A previsão de gasto militar para o primeiro ano de governo do capitão reformado do Exército Jair Bolsonaro (PSL) traz o maior aumento de despesa com pessoal em dez anos e uma redução expressiva do investimento em programas de reequipamento das Forças Armadas.
Não fosse uma criatividade contábil dos militares, que conseguiram recursos com a capitalização de uma estatal para comprar novos navios, a despesa de investimento seria a menor desde 2009.

A Folha analisou a série histórica com a ferramenta de acompanhamento orçamentário Siga Brasil, do Senado. Para este ano, o Ministério da Defesa, ainda na gestão Michel Temer (MDB), planejou gastar R$ 104,2 bilhões, o quarto maior volume da Esplanada.

Desse montante, R$ 81,1 bilhões irão para pessoal, R$ 13,3 bilhões, para gastos correntes (custeio) e R$ 9,8 bilhões, para investimentos. Os valores não incluem o con…

Bogotá nega conhecer planos de Bolton de enviar '5.000 soldados para a Colômbia'

O ministro das Relações Exteriores da Colômbia, Carlos Holmes Trujillo, disse que Bogotá não sabe por que o assessor de Segurança Nacional dos EUA, John Bolton, mencionou seu país em uma anotação sobre o possível envio de 5.000 soldados para a Colômbia em meio à crise na vizinha Venezuela.


Sputnik

"Com relação à menção da Colômbia no caderno que o senhor John Bolton tinha em mãos, o objetivo e a razão dessa anotação são desconhecidos", disse o chanceler colombiano.


Assessor de Segurança Nacional dos EUA, John Bolton, segura um bloco de anotações escrito 5.000 soldados para a Colômbia, durante uma coletiva de imprensa na Casa Branca em Washington, EUA, 28 de janeiro de 2019
John Bolton © REUTERS / Jim Young

Carlos Holmes Trujillo disse que Bogotá mantém a posição que estabeleceu com os países membros do Grupo de Lima sobre a situação na Venezuela e "continuará a agir política e diplomaticamente para criar as condições que levarão a um processo eleitoral que restabeleça a ordem democrática e institucional nesse país ".

Ele também destacou que "a Colômbia continuará a dialogar permanentemente com os EUA sobre todas as questões de interesse comum e a cooperar com essa nação amiga, em questões bilaterais, regionais e globais".

O conselheiro de Segurança Nacional dos EUA, John Bolton, foi visto na segunda-feira (28) com um caderno amarelo com as palavras "5.000 soldados na Colômbia".

Bolton pediu em 28 de janeiro que as Forças Armadas da Venezuela apoiem uma transição pacífica de poder no país caribenho. Nicolás Maduro reagiu a essa mensagem comentando que, se Bolton quer uma solução militar para a Venezuela, pode pedir um golpe de Estado abertamente.

Comentários

NOTÍCIAS MAIS LIDAS

Postagens mais visitadas