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Poloneses pedem a Trump ajuda para conseguir indenização da Rússia e Alemanha pela 2ª Guerra

Um auto-proclamado "partido bíblico antiglobalista" pró-EUA e pró-Israel da Polônia, que se autodenomina "Movimento 11 de novembro", criou uma petição no site We the People da Casa Branca pedindo ao presidente Donald Trump ajude a obter "compensação adequada" da Rússia e da Alemanha por danos causados ​​na Segunda Guerra Mundial.
Sputnik

"Os poloneses livres estão apelando para os EUA, o vencedor na Segunda Guerra Mundial e o fiador dos acordos do pós-guerra, para obter ajuda na recuperação das reparações de guerra da Alemanha e da Rússia", diz a petição.


Além de alcançar a "justiça histórica", uma campanha de reparações bem-sucedida desempenharia "um papel fundamental na Polônia, tornando-se um forte aliado dos Estados Unidos diante da ameaça que surge na Europa e na Ásia — um novo Império do Mal".

Falando ao The New American, uma pequena revista de propriedade da John Birch Society, o co-autor e vice-presidente do Movimento 11…

Bolsonaro admite que Brasil pode sediar base militar americana

Presidente afirma que ‘questão física pode ser até simbólica’, mas, segundo ele, tema pode ser discutido no futuro


O Estado de S.Paulo


O presidente Jair Bolsonaro admitiu nesta quinta-feira, 3, estar aberto a discutir a possibilidade de instalação de uma base militar americana no Brasil. “A questão física pode ser até simbólica”, disse. “E o poderio das Forças Armadas americanas, chinesas e soviéticas alcança o mundo todo independente de base, agora, de acordo com o que puder vir a acontecer no mundo, quem sabe você tenha que discutir essa questão no futuro”, afirmou Bolsonaro em entrevista para o SBT.

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Presidente Jair Bolsonaro em primeira entrevista após a posse, concedida ao SBT Foto: Reprodução/SBT

Bolsonaro também afirmou que deve visitar o presidente americano, Donald Trump, em março. “A princípio isso aí está pré-acertado”, disse o presidente brasileiro, ao citar encontro que teve com o secretário de Estado dos Estados Unidos, Mike Pompeo, na véspera.

“Eu reconheço a minha posição, nós sabemos que o presidente Donald Trump é o homem mais poderoso do mundo, eu gostaria muito que nos visitasse”, afirmou.

Na entrevista, Bolsonaro voltou a falar sobre a proposta polêmica de transferir a embaixada brasileira em Israel de Tel-Aviv para Jerusalém, decisão que causou reação de países árabes. O presidente reconheceu que alguns países “mais radicais podem tomar alguma sanção econômica”, mas disse que a situação é um reconhecimento da autonomia israelense em determinar onde deve ser sua capital.

"Não vou deixar de reconhecer a autoridade de Israel. Quem vai decidir onde vai ser a capital de Israel é seu governo e seu povo, e ponto final. Imagine se não tivéssemos ligações comerciais e diplomáticas com Israel, onde eu botaria a embaixada de Israel? Em Tel-Aviv ou Jerusalém? Botaria em Jerusalém. E qual diferença se por ventura nós resolvemos transferir a embaixada de Tel Aviv para Jerusalém? No meu entender problema nenhum”, disse.

Bolsonaro reafirmou que a decisão em relação a este assunto já está tomada. “Como disse o primeiro ministro de Israel: a decisão está tomada. Está faltando apenas definir quando ela será implementada.” Segundo o presidente, a decisão da transferência não saiu de sua cabeça. “Grande parte dos evangélicos são favoráveis à mudança da capital. Então, nós estamos atendendo aos anseios de grande parte da população”, afirmou.

Bolsonaro reafirmou ainda que pretende estreitar os laços comerciais com Israel. “Quero aprofundar as relações sim com Israel, do capitão Binyamin Netanyahu. Pretendo ser mais que amigo, pretendo ser irmão dele”, afirmou. “Bem como outros países também”, ressalvou, citando Hungria e Estado Unidos.

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