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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

Bolton alerta Turquia contra ação militar na Síria sem coordenação com os EUA

O assessor nacional de segurança dos EUA, John Bolton, afirmou neste domingo (6) que a Turquia não deve realizar nenhuma operação na Síria sem um acordo com os EUA.


Sputnik

"Nós não achamos que os turcos devam realizar ação militar que não esteja completamente coordenada e aprovada pelos Estados Unidos, no mínimo para que não coloquem nossas tropas em perigo, mas também para que atendam ao pedido do presidente para que as forças de oposição da Síria que lutaram ao nosso lado não sofram riscos", disse Bolton a repórteres, conforme citado pela NBC News.


Conselheiro de Segurança Nacional dos EUA, John Bolton
John Bolton © Sputnik / Aleksei Vitvitsky

Ele também acrescentiu que as tropas dos Estados Unidos não sairão da Síria até que Ancara garanta que não atacará as forças curdas, de acordo com a NBC.

Há alguns objetivos que nós queremos atingir que são condições para a saída", disse Bolton.

Em dezembro de 2018, o presidente dos EUA, Donald Trumo, afirmou que as forças dos EUA sairiam da Síria, uma vez que o Daesh, grupo terrorista banido da Rússia, foi derrotado.

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