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Putin ameaça retaliar se EUA instalarem mísseis na Europa

Em seu discurso sobre o estado da nação, presidente russo faz ataques a Washington e promete apontar seu arsenal para os Estados Unidos e para o continente europeu se mísseis americanos atravessarem o Atlântico.
Deutsch Welle

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, alertou nesta quarta-feira (20/02) que seu país responderá a um possível envio de mísseis americanos à Europa, fazendo com que não apenas os países que receberem esses armamentos se tornem alvos, mas também os Estados Unidos.


Em seu discurso anual sobre o estado da nação em Moscou, Putin elevou o tom ao comentar uma nova e potencial corrida armamentista. Ele afirmou que a reação russa a um possível envio seria rigorosa e que as autoridades em Washington – algumas das quais estariam obcecadas com o "excepcionalismo" americano – deveriam calcular os riscos antes de tomar qualquer medida.

"É o direito deles de pensar da forma que quiserem. Mas eles sabem fazer cálculos? Tenho certeza que sabem. Deixemos que eles cal…

Bolton sobre Venezuela: 'Violência contra diplomatas dos EUA terá resposta significativa'

Washington responderá à violência e intimidação dirigida aos diplomatas norte-americanos ou ao líder oposicionista da Venezuela, Juan Guaidó, afirmou no domingo o assessor de segurança nacional da Casa Branca, John Bolton.


Sputnik

"Qualquer violência e intimidação contra o pessoal diplomático dos EUA, o líder democrático da Venezuela, Juan Guiado [sic], ou à própria Assembleia Nacional representaria um grave ataque ao Estado de Direito e será recebido com uma resposta significativa", escreveu Bolton.


John Bolton na OTAN.
John Bolton © Sputnik / Alexey Vitvitsky

O tweet de Bolton vem depois do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, dizer no início do dia que ordenou que o Ministério das Relações Exteriores do país iniciasse negociações com os EUA no prazo de 30 dias para a criação dos chamados escritórios de interesses mútuos.

Anteriormente, os EUA, juntamente com 16 nações na região, reconheceram Juan Guaidó como o presidente interino da Venezuela. Maduro rapidamente acusou Washington de organizar um golpe no país. O presidente cortou relações diplomáticas com os EUA e exigiu que diplomatas dos EUA deixassem o país em 72 horas.

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