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EUA podem dobrar contingente militar na América do Sul, diz chefe da inteligência russa

Os EUA podem aumentar seu contingente militar na América Central e do Sul de 20 mil para 40 mil homens, disse o vice-almirante Igor Kostyukov, chefe do Departamento Central de Inteligência (GRU, sigla em russo), do Estado-Maior das Forças Armadas da Rússia.
Sputnik

"Embora na América Latina não haja ameaça militar direta para a segurança dos EUA, Washington tem uma presença militar significativa [na região]. O Comando Conjunto das Forças Armadas dos EUA implantou na América Central e do Sul um contingente de 20 mil militares. No período de ameaças este pode aumentar para 40 mil militares", explicou Kostyukov.


De acordo com ele, os EUA podem provocar uma "revolução colorida" na Nicarágua e Cuba.

"As tecnologias de 'revolução colorida' testadas na Venezuela podem vir a ser usadas em breve na Nicarágua e em Cuba", disse ele.

Segundo Kostyukov, os EUA estão tentando estabelecer o controle total sobre a América Latina.

"A Administração dos EUA considera…

Bolton sobre Venezuela: 'Violência contra diplomatas dos EUA terá resposta significativa'

Washington responderá à violência e intimidação dirigida aos diplomatas norte-americanos ou ao líder oposicionista da Venezuela, Juan Guaidó, afirmou no domingo o assessor de segurança nacional da Casa Branca, John Bolton.


Sputnik

"Qualquer violência e intimidação contra o pessoal diplomático dos EUA, o líder democrático da Venezuela, Juan Guiado [sic], ou à própria Assembleia Nacional representaria um grave ataque ao Estado de Direito e será recebido com uma resposta significativa", escreveu Bolton.


John Bolton na OTAN.
John Bolton © Sputnik / Alexey Vitvitsky

O tweet de Bolton vem depois do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, dizer no início do dia que ordenou que o Ministério das Relações Exteriores do país iniciasse negociações com os EUA no prazo de 30 dias para a criação dos chamados escritórios de interesses mútuos.

Anteriormente, os EUA, juntamente com 16 nações na região, reconheceram Juan Guaidó como o presidente interino da Venezuela. Maduro rapidamente acusou Washington de organizar um golpe no país. O presidente cortou relações diplomáticas com os EUA e exigiu que diplomatas dos EUA deixassem o país em 72 horas.

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