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EUA podem dobrar contingente militar na América do Sul, diz chefe da inteligência russa

Os EUA podem aumentar seu contingente militar na América Central e do Sul de 20 mil para 40 mil homens, disse o vice-almirante Igor Kostyukov, chefe do Departamento Central de Inteligência (GRU, sigla em russo), do Estado-Maior das Forças Armadas da Rússia.
Sputnik

"Embora na América Latina não haja ameaça militar direta para a segurança dos EUA, Washington tem uma presença militar significativa [na região]. O Comando Conjunto das Forças Armadas dos EUA implantou na América Central e do Sul um contingente de 20 mil militares. No período de ameaças este pode aumentar para 40 mil militares", explicou Kostyukov.


De acordo com ele, os EUA podem provocar uma "revolução colorida" na Nicarágua e Cuba.

"As tecnologias de 'revolução colorida' testadas na Venezuela podem vir a ser usadas em breve na Nicarágua e em Cuba", disse ele.

Segundo Kostyukov, os EUA estão tentando estabelecer o controle total sobre a América Latina.

"A Administração dos EUA considera…

Chefe da inteligência dos EUA alerta Israel sobre possível retaliação iraniana

Chefe da inteligência dos EUA considera que as crescentes tensões entre Israel e Irã serão ainda maiores caso o as forças israelenses continuem com seus ataques aéreos contra alvos militares iranianos nas regiões da Síria.


Sputnik

O diretor da inteligência nacional, Dan Coats, alertou que o Irã provavelmente atacará Israel, caso Tel Aviv efetue um novo ataque aéreo contra alvos iranianos na Síria.


Militares iranianos celebram o lançamento de um míssil durante manobras
Militares iranianos em lançamento de míssil © AP Photo/ Mostafa Qotbi/IRNA

"Nós avaliamos que o Irã procura contornar um maior conflito armado com Israel. Entretanto, os ataques israelenses que resultam em casualidades iranianas aumentam a probabilidade de retaliação convencional iraniana contra Israel", afirmou Coats.

Em um relatório anual de ameaça global, Coats alega que Teerã está se empenhado para expandir influência na Síria, o que provocou os ataques aéreos israelenses.

"O Irã continua exercendo seus acordos econômicos e bases militares permanentes na Síria e provavelmente desejar manter um grupo de combatentes xiitas, mesmo com os ataques israelenses contra as posições iranianas na Síria. Os esforços iranianos para consolidar influência na Síria e armar o Hezbollah têm promovido os recentes ataques aéreos israelenses contra as posições iranianas na Síria, destacando crescente preocupação sobre a longa trajetória da influência iraniana na região, além do elevado risco de conflito."

O chefe da inteligência também ressalta que comentários similares foram feitos por oficiais israelenses, incluindo o presidente Reuven Rivlin, que alertou sobre a possibilidade de o Irã "intensificar suas respostas" com relação aos ataques das forças israelenses na Síria.

As tensões entre os dois países continuam aumentando devido aos ataques aéreos israelenses na Síria, em uma tentativa de atingir as posições iranianas na região. O Irã, por sua vez, respondendo aos ataques, promete "eliminar Israel do mapa político".

"Declaramos que se Israel tomar qualquer ação para desencadear uma guerra contra nós, isso definitivamente levará à sua própria eliminação e à libertação dos territórios ocupados", enfatizou o subcomandante do Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica do Irã, general de brigada Hossein Salami.

Recentemente, Israel realizou múltiplos ataques aéreos durante dois dias contra alvos iranianos, contudo os sistemas de defesa antiaérea da Síria foram capazes de interceptar aproximadamente 30 mísseis antes que atingissem seus alvos.

Israel repetidamente acusa o Irã de ter uma presença militar na Síria. No entanto, Teerã refuta consistentemente as alegações, insistindo que sua presença militar no país é limitada ao envio de assessores militares a pedido de Damasco para ajudar a combater o terrorismo.

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