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Trump diz que 'certamente' entraria em guerra com o Irã, mas 'não agora'

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que consideraria uma ação militar contra o Irã para impedir que a República Islâmica consiga armas nucleares. A briga entre Teerã e Washington aumentou depois que os EUA acusaram o Irã de atacar dois petroleiros.
Sputnik

"Eu certamente vou considerar as armas nucleares", disse Trump à revista Time na terça-feira, quando perguntado sobre o que poderia levá-lo a declarar guerra ao Irã. "E eu manteria o outro um ponto de interrogação".

A reportagem não especificou se o presidente elaborou o cenário de lançar um conflito armado de pleno direito com a República Islâmica sobre seu programa nuclear. Quando um repórter perguntou a Trump se ele estava considerando uma ação militar contra o Irã agora, ele respondeu: "Eu não diria isso. Eu não posso dizer isso".

Seus comentários foram feitos um dia depois de o Pentágono ter enviado 1.000 soldados extras para o Oriente Médio "para fins defensivos".

Os Estados Unidos cu…

China: EUA devem abandonar mentalidade da Guerra Fria

A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Hua Chunying, pronunciou-se contra a publicação da nova Estratégia Nacional de Inteligência norte-americana, na qual a China e a Rússia são referidas como países "adversários" dos EUA.


Sputnik

"Tomámos nota da redação que os [Estados Unidos] mencionaram na versão atualizada da Estratégia Nacional de Inteligência dos EUA, que acaba de ser publicada nos Estados Unidos. Os Estados Unidos emitiram uma série de relatórios, que apresentam acusações infundadas contra a Rússia e a China ", disse Hua Chunying, porta-voz do ministério em um comunicado.


Presidente dos EUA, Donald Trump, acena ao lado do presidente chinês, Xi Jinping, após coletiva de imprensa em Pequim, 9 de novembro de 2017
Donald Trump e Xi Jinping © AP Photo / Andy Wong

Chunying solicitou que os EUA façam mais esforços para fortalecer a confiança mútua entre os dois países e que mantenham a paz e a estabilidade internacional, além de pedir que Washington abandone a mentalidade da Guerra Fria.

Segundo a porta-voz, Pequim aderiu ao caminho do desenvolvimento pacífico, com uma política de natureza defensiva.

A Estratégia Nacional de Inteligência americana atualizada foi publicada no dia 22 de janeiro, afirmando que os "múltiplos adversários" continuaram a procurar oportunidades para causar danos potencialmente catastróficos aos interesses dos EUA através da aquisição e uso de armas de destruição em massa, incluindo armas biológicas, químicas e nucleares.

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