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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

China: 'não estamos preocupados com críticas internacionais' à pena de morte de canadense

Pequim presta pouca atenção às críticas de países estrangeiros sobre a decisão do tribunal chinês de aplicar a pena de morte para o cidadão canadense Robert Lloyd Schellenberg, disse a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Hua Chunying, durante uma coletiva de imprensa.


Sputnik

Na segunda-feira, um tribunal na cidade de Dalian, no nordeste da China, condenou Schellenberg à morte por contrabando de drogas. A decisão imediatamente enfrentou fortes críticas não apenas da liderança canadense, mas também da comunidade internacional, particularmente da Austrália, cujo Ministério das Relações Exteriores expressou profunda preocupação com o veredicto do tribunal.


Porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Hua Chunying
Hua Chunying © AP Photo / Ng Han Guan

"Posso dizer com toda clareza que não estamos preocupados em absoluto com as críticas internacionais", disse Hua.

A funcionária do governo também expressou surpresa com as críticas do Departamento Australiano de Relações Exteriores e Comércio, apontando que Schellenberg pretendia transportar drogas para a Austrália.

"Acredito que o Canadá possua alguns aliados sobre esta questão, mas estes não representam a opinião de toda a comunidade internacional. Parece-me que a comunidade internacional chegou a um consenso de que crimes perigosos como o tráfico ilegal de drogas devem ser punidos com rigor", acrescentou Hua.

As autoridades chinesas, inicialmente, sentenciaram o cidadão canadense a 15 anos de prisão. No entanto, no final de dezembro, um tribunal de apelações ordenou um novo julgamento, alegando que a punição inicial era muito branda. O réu foi informado nesta segunda-feira que tinha 10 dias para recorrer da sentença de morte.

Nesta segunda-feira, o premiê do Canadá, Justin Trudeau, afirmou que a China está utilizando seu sistema judicial para pressionar o seu país e retaliar a prisão de Meng Wanzhou, filha do fundador da Huawei.

No início de dezembro, Canadá, atendendo a um pedido dos Estados Unidos, prendeu a executiva da Huawei. A Justiça dos Estados Unidos solicitou a extradição de Meng por acusações de fraude em transações financeiras no Irã.

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