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EUA: sanções contra Venezuela servem como 'alerta para atores externos, incluindo Rússia'

Na última terça-feira (17), o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, culpou a Rússia e a Venezuela pela crise de refugiados observada no país latino-americano.
Sputnik

O conselheiro de Segurança Nacional dos EUA, John Bolton, anunciou nesta quarta-feira (17) que os EUA estão impondo uma nova rodada de sanções contra a Venezuela, acrescentando o banco central do país à lista de restrições. 

Segundo o conselheiro de Segurança Nacional, as sanções recém-aplicadas deveriam se tornar um alerta para "todos os atores externos, inclusive a Rússia".

Desde o início da crise política na Venezuela no início deste ano, os EUA impuseram várias rodadas de sanções, visando os setores petrolífero e bancário do país, bem como indivíduos ligados às autoridades do país.

A Venezuela está sofrendo grave crise política desde janeiro. Junto com outros países ocidentais, os EUA apoiam Juan Guaidó, que se proclamou presidente interino da Venezuela. Ao mesmo tempo, Rússia, China e Turquia, entre outros…

China: 'não estamos preocupados com críticas internacionais' à pena de morte de canadense

Pequim presta pouca atenção às críticas de países estrangeiros sobre a decisão do tribunal chinês de aplicar a pena de morte para o cidadão canadense Robert Lloyd Schellenberg, disse a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Hua Chunying, durante uma coletiva de imprensa.


Sputnik

Na segunda-feira, um tribunal na cidade de Dalian, no nordeste da China, condenou Schellenberg à morte por contrabando de drogas. A decisão imediatamente enfrentou fortes críticas não apenas da liderança canadense, mas também da comunidade internacional, particularmente da Austrália, cujo Ministério das Relações Exteriores expressou profunda preocupação com o veredicto do tribunal.


Porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Hua Chunying
Hua Chunying © AP Photo / Ng Han Guan

"Posso dizer com toda clareza que não estamos preocupados em absoluto com as críticas internacionais", disse Hua.

A funcionária do governo também expressou surpresa com as críticas do Departamento Australiano de Relações Exteriores e Comércio, apontando que Schellenberg pretendia transportar drogas para a Austrália.

"Acredito que o Canadá possua alguns aliados sobre esta questão, mas estes não representam a opinião de toda a comunidade internacional. Parece-me que a comunidade internacional chegou a um consenso de que crimes perigosos como o tráfico ilegal de drogas devem ser punidos com rigor", acrescentou Hua.

As autoridades chinesas, inicialmente, sentenciaram o cidadão canadense a 15 anos de prisão. No entanto, no final de dezembro, um tribunal de apelações ordenou um novo julgamento, alegando que a punição inicial era muito branda. O réu foi informado nesta segunda-feira que tinha 10 dias para recorrer da sentença de morte.

Nesta segunda-feira, o premiê do Canadá, Justin Trudeau, afirmou que a China está utilizando seu sistema judicial para pressionar o seu país e retaliar a prisão de Meng Wanzhou, filha do fundador da Huawei.

No início de dezembro, Canadá, atendendo a um pedido dos Estados Unidos, prendeu a executiva da Huawei. A Justiça dos Estados Unidos solicitou a extradição de Meng por acusações de fraude em transações financeiras no Irã.

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