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EUA podem dobrar contingente militar na América do Sul, diz chefe da inteligência russa

Os EUA podem aumentar seu contingente militar na América Central e do Sul de 20 mil para 40 mil homens, disse o vice-almirante Igor Kostyukov, chefe do Departamento Central de Inteligência (GRU, sigla em russo), do Estado-Maior das Forças Armadas da Rússia.
Sputnik

"Embora na América Latina não haja ameaça militar direta para a segurança dos EUA, Washington tem uma presença militar significativa [na região]. O Comando Conjunto das Forças Armadas dos EUA implantou na América Central e do Sul um contingente de 20 mil militares. No período de ameaças este pode aumentar para 40 mil militares", explicou Kostyukov.


De acordo com ele, os EUA podem provocar uma "revolução colorida" na Nicarágua e Cuba.

"As tecnologias de 'revolução colorida' testadas na Venezuela podem vir a ser usadas em breve na Nicarágua e em Cuba", disse ele.

Segundo Kostyukov, os EUA estão tentando estabelecer o controle total sobre a América Latina.

"A Administração dos EUA considera…

Comandante de frota americana ressalta profissionalismo dos militares russos

A comandante da Sexta Frota da Marinha americana compartilhou sua opinião sobre o trabalho e profissionalismo dos militares russos que efetuam missões em várias partes do mundo.


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Os militares russos se comportam de forma profissional quando se encontram com seus colegas americanos em águas internacionais e no espaço aéreo da Europa, destacou ao Defense News a comandante da Sexta Frota da Marinha dos EUA, vice-almirante Liza Franchetti.


Fragata da Marinha russa Admiral Makarov
Fragata russa Admiral Makarov © Foto: JSC estaleiro "Yantar"

"Estou aqui [na posição de comandante] há cerca de 10 meses e temos tido a oportunidade de ver como eles [os militares russos] têm trabalhado no mar Báltico, Mediterrâneo e mar Negro. Em geral, todas essas interações foram profissionais. No último ano, só tivemos uma interação que classificamos como pouco profissional, e essa foi uma interação de aviões", revelou.

"Operamos em águas internacionais. Os russos operam em águas internacionais. Espero que as minhas forças e as forças russas se comportem de maneira segura e profissional. Todas as forças navais têm o direito e a obrigação de atuar profissionalmente no mar", acrescentou.

A Sexta frota da Marinha dos EUA navega principalmente no Mediterrâneo, sua base localiza-se em Nápoles. No entanto, os navios desta entidade militar fazem regularmente missões nos mares Negro e Báltico, bem como nas águas do norte da Europa.

A Marinha russa possui um grupo de navios operando de modo permanente na parte oriental do mar Mediterrâneo. Além disso, a Rússia tem um posto de logística no porto sírio de Tartus.

Nos últimos anos, os navios, aviões e VANTs dos Estados Unidos e de seus aliados da OTAN vêm realizando constantes missões de reconhecimento ao longo das fronteiras russas. Em alguns casos, houve uma aproximação de aeronaves, que os Estados Unidos consideraram perigosa. Nenhum outro incidente sério entre os militares dos dois países foi relatado.

Depois que a Crimeia se tornou de novo parte da Rússia e por causa do conflito em Donbass, o Departamento de Defesa dos EUA foi proibido de cooperar com os militares russos. Os únicos canais de comunicação são, na prática, contatos ao nível de chefes dos Estados-Maiores, bem como entre os responsáveis militares na Síria.

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