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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
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Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Como EUA poderiam enfrentar os sistemas da defesa antiaérea da Venezuela?

Em meio às tensões entre Venezuela e EUA, surgem análises sobre a defesa que o país sul-americano possui e como poderia ser vencida.


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A revista Military Watch analisou essa situação e destacou que a Venezuela possui equipamentos militares avançados. O país possui a versão mais atual dos caças russos Su-30, denominada MK2, que combinam sistemas radioeletrônicos mais modernos, além de armamentos poderosos e incomparável manobrabilidade.


Lançamento de míssil S-300 (foto de arquivo)
Lançamento de míssil S-300 Favorit © Sputnik / Artyom Zhitenev

Destaca-se que os EUA jamais enfrentaram inimigos donos de caças Su-30MK2, de geração 4+, que possuem vantagens consideráveis sobre as bases da Força Aérea americana, compostas por caças F-15 Eagle e F-18E Super Hornet.

A revista também observa que tudo poderia mudar com a incorporação de caças F-15X, profundamente modernizados, porém, os EUA deverão recebê-los apenas depois de 2020.

Outra dificuldade que os americanos encontrariam seriam os sistemas de defesa antiaérea da Venezuela, que entre eles há os sistemas BuK-M2 e S-300VM, ambos considerados como os mais avançados das referentes classes e os EUA combateram poucos países donos de tais sistemas.

De acordo com a revista, as aeronaves de quarta geração dos EUA não foram projetadas para enfrentar os sistemas de defesa antiaérea avançados e modernizados, como é o caso dos S-300.

Perante a combinação de caças russos de geração 4+ e sistemas de defesa antiaérea que a Venezuela possui, pode presumir que o país conta com uma "barreira insuperável" contra as aeronaves da frota americana.

A única possibilidade para os EUA seria a utilização da frota de caças de quinta geração, que hoje é formada por caças F-22. Esse poderia ser o único caminho para tentar penetrar a defesa venezuelana, já que o F-35 não conseguiria enfrentar caças Su-30MK2 devido aos problemas nos radares.

Além disso, os EUA também poderiam utilizar seus mísseis de cruzeiro lançados pelos seus bombardeiros estratégicos B-52, entretanto, a mídia americana reconhece que os sistemas de defesa russos poderiam derrubar esses mísseis, contudo, suas capacidades são limitadas e, com um ataque massivo, alguns desses mísseis poderiam penetrar nas defesas venezuelanas.

O ponto fraco da Venezuela seria a ausência de fortificações em suas bases aéreas e nos sistemas de defesa antiaérea, o que permitiria que EUA tentassem atingir o país com uma efetividade maior, e somente assim, utilizando caças americanos de quarta geração.

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