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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Curdos pedem proteção internacional para apoiar zona de segurança na Síria

As Forças Democráticas Sírias (FDS), compostas principalmente por combatentes curdos, declararam estar prontas para apoiar a construção de uma zona de segurança no norte da Síria em troca da proteção por parte da comunidade internacional no caso de uma invasão estrangeira, declarou nesta quarta-feira o comando da organização.


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"O FDS irá fornecer todo o apoio e assistência necessários para formar uma zona de segurança no norte e nordeste da Síria (…) no caso de obtenção de garantias internacionais que confirmem a proteção de toda a população da região, reforçem a segurança e a estabilidade, bem como garantam a ausência de uma invasão estrangeira", disse um dos líderes das FDS, citado pelo site oficial do grupo.


Militante das Forças Democráticas da Síria
Terrorista curdo © AP Photo / Forças Democráticas da Síria

O comandante ressaltou que essa assistência incluiria a "proteção de todos os grupos étnicos (residentes na área) do perigo do genocídio".

As FDS destacaram não representar ameaça para nenhum país, incluindo a Turquia, e afirmaram esperar "alcançar o entendimento mútuo para a estabilidade e segurança nas áreas de fronteira" com Ancara.

O diretor do Centro de Informações das FDS, Mustafa Bali, declarou à Sputnik que o grupo apoia apenas a criação de uma zona de segurança sob a supervisão da comunidade internacional, não da Turquia.

"Qualquer projeto sob a supervisão da Turquia será outro tipo de ocupação, algo ao que nos opomos", disse Bali.

Mais cedo, o presidente norte-americano Donald Trump ameaçou "devastar economicamente" a Turquia, se esta atacar os curdos sírios após a retirada das tropas dos EUA do país e também sugeriu a criação de uma zona de segurança.

O porta-voz da presidência turca, Ibrahim Kalin, disse na terça-feira que esta zona de segurança será criada no norte da Síria e que será controlada pelo exército turco.

Segundo o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, Ancara está disposta a garantir a segurança no território, com apoio aéreo de Washington.

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