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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

'Defesa antiaérea da Síria se torna cada vez mais eficaz', afirma especialista

Os mísseis sírios repeliram mais um ataque aéreo de Israel, não lhes permitindo atingir os alvos. O especialista russo Vladimir Fitin expressou a sua opinião sobre as ações israelenses e a atual situação na Síria.


Sputnik

Na madrugada da segunda-feira (21), as Forças de Defesa de Israel (IDF) realizaram um ataque contra baterias da defesa antiaérea síria.


Mísseis cruzam o céu sobre Damasco
Mísseis cruzam o céu de Damasco © AP Photo / Hassan Ammar

Israel afirmou ter atacado alvos militares pertencentes à milícia iraniana Al-Quds no território sírio. "Começamos a atacar alvos da Al-Quds do Irã no território sírio. Advertimos as Forças Armadas sírias para não tentarem causar danos às forças ou ao território de Israel", lê-se no comunicado das IDF.

Nessa conexão, o especialista Vladimir Fitin, do Instituto Russo de Pesquisas Estratégicas, declarou, em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik, que Israel já atua de modo aberto e nem tenta ocultar seus ataques.

"Nada de novo aconteceu. Nós últimos tempos, Israel até declara oficialmente (antes tentava desmentir os ataques) que continuará atacando a Síria para destruir quaisquer estruturas militares do Irã nesse território", destaca.

Ao mesmo tempo, ele indica que os complexos de mísseis sírios estão se convertendo em uma arma com maior potência.

"A única diferença é que a defesa antiaérea síria se torna mais eficaz", principalmente graças ao apoio dos militares russos, acredita o especialista.

"Assim, o novo comunicado mostra que os sistemas de defesa antiaérea sírios destruíram com êxito os mísseis que foram lançados contra alvos perto do aeroporto de Damasco", conclui.

Os militares israelenses publicaram uma declaração dizendo que o ataque contra os alvos da Al-Quds foi feito em resposta ao lançamento, ontem, de um míssil contra o norte das Colinas de Golã, alegadamente efetuado por forças iranianas a partir da Síria.

Ontem, 20 de janeiro, as forças sírias de defesa antiaérea já haviam repelido outro ataque aéreo israelense contra o sul do país. "Nossa defesa antiaérea repeliu um ataque aéreo israelense na região sul. Todos os mísseis foram interceptados, nenhum deles atingiu o alvo", declarou à televisão estatal da Síria uma fonte militar síria.

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