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Putin ameaça retaliar se EUA instalarem mísseis na Europa

Em seu discurso sobre o estado da nação, presidente russo faz ataques a Washington e promete apontar seu arsenal para os Estados Unidos e para o continente europeu se mísseis americanos atravessarem o Atlântico.
Deutsch Welle

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, alertou nesta quarta-feira (20/02) que seu país responderá a um possível envio de mísseis americanos à Europa, fazendo com que não apenas os países que receberem esses armamentos se tornem alvos, mas também os Estados Unidos.


Em seu discurso anual sobre o estado da nação em Moscou, Putin elevou o tom ao comentar uma nova e potencial corrida armamentista. Ele afirmou que a reação russa a um possível envio seria rigorosa e que as autoridades em Washington – algumas das quais estariam obcecadas com o "excepcionalismo" americano – deveriam calcular os riscos antes de tomar qualquer medida.

"É o direito deles de pensar da forma que quiserem. Mas eles sabem fazer cálculos? Tenho certeza que sabem. Deixemos que eles cal…

Economia da Ucrânia colapsará sem Rússia, prediz ex-ministro ucraniano

Kiev deve deixar de ser "mendigo" que se humilha para Ocidente e normalizar as relações com Moscou, senão sua economia colapsará, opina ex-ministro do país.


Sputnik

Em se tratando das relações russo-ucranianas, há uma ameaça de um colapso econômico para a Ucrânia, assegura o ex-ministro da Infraestrutura do país, Yegeny Chervonenko.


Grívnia, moeda nacional da Ucrânia
Grívnia, moeda nacional ucraniana © Fotolia / Prokop.photo

"Há uma realidade objetiva — janeiro quase se acabou, e junto com ele terminam as quotas europeias. As cifras são coisas indomáveis", declarou ao canal de TV NewsOne.

Na opinião dele, seria melhor para a Ucrânia conduzir uma política independente e parar de atuar como "mendigo" que se humilha para o Ocidente. Ao invés disso, Kiev deve estabelecer um diálogo com Moscou.

Ao mesmo tempo, o ex-ministro lembrou que a Rússia não tomou nenhuma medida contra as fábricas do presidente da Ucrânia, Pyotr Poroshenko, nem contra três milhões de ucranianos que estão trabalhando no território russo, visto que "a Ucrânia não dá oportunidades".

Situação econômica na Ucrânia

Moscou e Kiev têm negociado restrições comerciais desde setembro de 2015. A Rússia repetidamente afirmou que suspenderá as proibições em resposta a ações similares da Ucrânia.

No fim de dezembro do ano passado, o governo russo expandiu a lista de produtos ucranianos proibidos para importação. Tanto produtos alimentícios quanto produtos industriais entraram na lista. A medida russa foi tomada em resposta às sanções de Kiev.

Após o Euromaidan (manifestações nacionalistas) em 2014, a economia da Ucrânia está em declínio. Kiev está tentando realizar reformas econômicas, recebendo empréstimos do Fundo Monetário Internacional (FMI, na sigla em inglês), o que afeta o bem-estar dos cidadãos: os impostos estão aumentando, enquanto os salários e aposentadorias continuam baixos. Também aumentou a dívida externa do país.

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