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EUA entregam armas modernas a forças curdas da Síria, escreve mídia

Os opositores americanos da retirada das tropas dos EUA da Síria entregaram armas modernas às Unidades de Proteção Popular (YPG), escreveu o jornal turco Yeni Akit, citando fontes locais.
Sputnik

A edição destaca que o fornecimento é referente a um grande número de modernos sistemas de mísseis antitanque Javelin e Tow. Supõe-se que os curdos usem essas armas contra tanques turcos, que logo entrarão em Manbij, no norte da Síria.


Segundo a publicação, as forças especiais turcas estão no momento realizando buscas por esses complexos nesta cidade e, devido a isso, a Turquia está atrasando sua operação militar na referida cidade.

Anteriormente, o presidente turco Recep Tayyip Erdogan havia anunciado que, se os EUA não se retirarem da Síria, Ancara estaria pronta para lançar uma operação no leste do Eufrates, assim como em Manbij, contra as forças de autodefesa dos curdos sírios.

Em meados de dezembro de 2018, o líder americano, Donald Trump, declarou a vitória sobre o grupo de militantes Daesh …

Equipe dos EUA visitará Turquia e 'expressará preocupações específicas' sobre S-400 russo

Washington tem pressionado Ancara a abandonar a compra de sistemas de defesa aérea russa S-400 por meses, prometendo vender o sistema de mísseis Patriot e ameaçando bloquear a entrega dos jatos de caça de quinta geração F-35 se a Turquia avançar com o acordo com a Rússia.


Sputnik

A equipe técnica dos EUA que está sendo despachada para a Turquia chegará ao país em 15 de janeiro para dois dias de negociações, informou o Hurriyet.


Complexos S-400 Triumph lançam mísseis durante treinamentos da Força Aeroespacial da Rússia
S-400 Triumph © Sputnik / Ruslan Krivobok

De acordo com o jornal, a equipe dos EUA "expressará preocupações específicas" a seus colegas turcos, particularmente no que diz respeito à "segurança de voo dos aviões F-35".

Ancara diz permanecendo intacto o plano de comprar quatro conjuntos S-400 russos no valor de US$ 2,5. Na semana passada porém, o chefe da Indústria de Defesa da Turquia, Ismail Demir, disse que gostaria de receber autoridades dos EUA que explicassem precisamente que riscos a S-400 poderia representar para o F-35.

"Temos ouvido constantemente sobre os potenciais danos e problemas sobre a qualificação de caça furtiva dos F-35 no caso de sua implantação em local próximo ao S-400. Nunca tivemos uma equipe nos visitando para esclarecer que riscos técnicos são esses. Nós lhes dissemos várias vezes para vir e explicar todas as suas preocupações, se eles acham que são sérias", disse Demir.

Os EUA passaram meses fazendo lobby para que a Turquia abandonasse o acordo de compra dos S-400 com a Rússia. No mês passado, o Departamento de Estado aprovou a venda de US$ 3,5 bilhões em sistemas de mísseis Patriot para o país. Ancara respondeu dizendo que consideraria os Patriots, mas que isso não afetaria o contrato dos S-400. Na quinta-feira, o ministro das Relações Exteriores turco, Mevlut Cavusoglu, reiterou que seria "impossível" considerar os Patriots se isso significasse abandonar o acordo S-400.

Autoridades dos EUA caracterizaram a possível implantação de S-400s em áreas onde os F-35s estão programados para operar como uma "ameaça", presumivelmente porque o sistema permitiria que a Turquia testasse quão formidáveis ​​são os sistemas furtivos do F-35 quando comparados com o sistema de defesa aérea russo.

Moscou e Ancara assinaram um contrato de US$ 2,5 bilhões em quatro conjuntos de batalhão de S-400 em dezembro de 2017. O primeiro dos sistemas deve ser entregue ainda este ano. Projetado para deter aeronaves inimigas, drones, mísseis balísticos e de cruzeiro, o S-400 é o mais avançado sistema de defesa aérea móvel do arsenal de Moscou, e é usado pela Rússia, Bielorrússia e China. No final do ano passado, Moscou e Nova Delhi assinaram um contrato de US$ 5 bilhões por dez grupos de batalhão S-400 para a Índia.

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