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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

Escândalo abafado vem a tona: militares dos EUA desonraram bandeira da Lituânia

Militares dos EUA, deslocados nos Estados bálticos, cometeram um ato de vandalismo em Kaunas, segundo revelou a imprensa local após meses de silêncio.


Sputnik

De acordo com Baltnews, os militares dos EUA retiraram a bandeira da Lituânia de um escritório do promotor em Kaunas, a segunda maior cidade da Lituânia. A Polícia recebeu uma denúncia sobre o ato de vandalismo de uma testemunha. Ele afirmou que os militares não apenas removeram a bandeira nacional, mas também a rasgaram.


Exercício militar do exército da Lituânia
© AP Photo / Mindaugas Kulbis

O incidente ocorreu em abril de 2018, mas foi relatado apenas recentemente.

Na ocasião, os policiais locais discutiram o incidente com representantes da Defesa da Lituânia e o comando do Exército dos Estados Unidos. Após as conversações, decidiu-se abafar o episódio escandaloso.

O Exército dos EUA atua nos países bálticos há muitos anos. Especialistas notaram que os países desta região, depois do Japão, são onde os americanos se comportam de uma forma "que não seria permitida em casa".

Ao mesmo tempo, as autoridades dos países bálticos, sem considerar a opinião da população, continuam a convidar soldados da OTAN para o seu território em face de uma suposta "agressão russa".

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