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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Espanha pede intervenção da UE para que haja eleições na Venezuela

O ministro das Relações Exteriores da Espanha, Josep Borrell, afirmou nesta quinta-feira que a prioridade na Venezuela deve ser "evitar que a coisa piore" e considerou que isso exige "uma intervenção" da União Europeia "para que haja eleições livres, democráticas e com garantias".


EFE

Madri - "Vamos fazer com que este processo (eleições) aconteça", disse Borrell, em entrevista coletiva ao ser perguntado sobre a posição da UE com relação à autoproclamação do presidente da Assembleia Nacional, Juan Guaidó, como "presidente interino" da Venezuela.


Protesto em Caracas em foto de 23 de janeiro. EFE/ Miguel Gutiérrez
Protesto em Caracas em foto de 23 de janeiro. EFE/ Miguel Gutiérrez

O ministro ressaltou que a UE "tem uma posição comum firme e clara na exigência de eleições que até agora (o presidente Nicólas) Maduro não queria".

Borrell também lamentou a "extraordinária lentidão" da UE para tomar decisões e disse que, "se não tivéssemos demorado quatro meses para decidir" criar um "grupo de contato" europeu com o governo de Maduro e com a oposição venezuelana, "talvez o tema tivesse sido de utilidade".

Agora, o prioritário é, segundo Borrell, convocar um Conselho Europeu de Relações Exteriores para chegar a acordos e impulsionar a política comum da UE de exigir a realização de eleições.

Ao ser questionado sobre quem ele considera que deveria convocar essas eleições, se Maduro ou Guaidó, Borrell respondeu que "isso é o que temos que ver" e reconheceu que a Espanha tem uma opinião a respeito, mas "não é para dá-la em uma entrevista coletiva, mas para trabalhá-la" no âmbito da UE.

O ministro enfatizou que é necessário que a UE decida com rapidez sua posição, já que a situação na Venezuela "pode degenerar para a instabilidade".

"Temos que evitar que a coisa piore, e isso exige uma intervenção da UE para que haja eleições; vamos fazer com que este processo aconteça", assinalou Borrell.

Para o ministro espanhol, é óbvio que, para promover eleições na Venezuela, será necessário "um contato com o regime de Maduro".

Em Davos, onde participa do Fórum Econômico Mundial, o presidente do governo espanhol, o socialista Pedro Sánchez, falou com Guaidó, a quem transferiu a mensagem de que eleições democráticas e transparentes são a saída "idônea e natural" para a crise na Venezuela, segundo disseram fontes de seu governo.

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