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Capacetes brancos preparam novas provocações na Síria, diz enviado russo na ONU

Membros dos Capacetes Brancos estão preparando novas provocações com substâncias tóxicas na Síria, disse o vice-embaixador russo na ONU, Vladimir Safronkov, nesta quarta-feira (24) na reunião do Conselho de Segurança da ONU.
Sputnik

Safronkov observou que os Capacetes Brancos acusariam o governo sírio pelo uso de tais substâncias.

Mais cedo nesta quarta-feira (24), o Major General Viktor Kupchishin, chefe do Centro Russo para a Reconciliação Síria, argumentou que funcionários da mídia estrangeira na província síria de Hama conduziram uma filmagem falsa da "morte" de uma família supostamente devido ao uso de armas químicas pelas tropas sírias.

Em diversas ocasiões, Moscou e Damasco apontaram que os Capacetes Brancos estavam produzindo provocações envolvendo o uso de armas químicas com o objetivo de culpar o governo da Síria e dar aos países ocidentais justificativas para a intervenção no país.
A estratégia de encenar ataques para usá-los como falsa bandeira tem sido usada repetida…

Especialista político: futuro da Venezuela está nas mãos dos militares

O líder da oposição Juan Guaidó afirmou ter realizado "reuniões confidenciais" com o Exército venezuelano em busca de apoio. Segundo assegura o especialista russo, devemos encarar tais declarações com muito cuidado, acrescentado que a situação atual depende principalmente das Forças Armadas.


Sputnik

Ontem, Juan Guaidó escreveu em um artigo publicado no jornal The New York Times que "teve reuniões clandestinas com membros das Forças Armadas e das forças de segurança", destacando que "a retirada do apoio militar a Maduro é crucial para permitir uma mudança no governo […]"


Militares das Forças Armadas da Venezuela
Tropas russas © REUTERS / Carlos Garcia Rawlins

Nessa conexão, o especialista russo da Escola Superior de Economia, Andrei Suzdaltsev, expressou a opinião, em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik, de que atualmente a situação na Venezuela depende principalmente das Forças Armadas.

"Para mim, é difícil acreditar que a oposição se encontre com os serviços de inteligência de [Nicolás] Maduro. Tais contatos não podem ocorrer e o mesmo acontece com o exército. Devemos encarar tais declarações com muito cuidado", destacou.

"Vejam: quais foram os resultados dessa reunião? Se encontraram e pronto? Se tivesse havido reuniões, teria havido resultados. Claro que neste caso teriam informado. Por isso, tais declarações são apenas pressão sobre o governo", indicou.

"Enquanto o bloco militar e das forças de segurança apoiar Maduro, ele permanecerá inabalável, mas não se sabe quanto tempo isso pode continuar. Então, agora o futuro do regime está nas mãos dos militares", concluiu.

A crise política venezuelana se agravou no dia 23 de janeiro, depois que o chefe da Assembleia Nacional da Venezuela, Juan Guaidó, se autodeclarou presidente interino do país durante um ato realizado nas ruas de Caracas.

A Rússia, China, Irã e Turquia reafirmaram seu apoio ao atual governo venezuelano de Maduro, enquanto vários países latino-americanos, alinhados com os EUA e UE, ignoraram o atual presidente eleito, expressando seu apoio a Guaidó. O México e o Uruguai, no entanto, oferecem assistência para mediar uma solução política para a crise.

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