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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Especialista político: futuro da Venezuela está nas mãos dos militares

O líder da oposição Juan Guaidó afirmou ter realizado "reuniões confidenciais" com o Exército venezuelano em busca de apoio. Segundo assegura o especialista russo, devemos encarar tais declarações com muito cuidado, acrescentado que a situação atual depende principalmente das Forças Armadas.


Sputnik

Ontem, Juan Guaidó escreveu em um artigo publicado no jornal The New York Times que "teve reuniões clandestinas com membros das Forças Armadas e das forças de segurança", destacando que "a retirada do apoio militar a Maduro é crucial para permitir uma mudança no governo […]"


Militares das Forças Armadas da Venezuela
Tropas russas © REUTERS / Carlos Garcia Rawlins

Nessa conexão, o especialista russo da Escola Superior de Economia, Andrei Suzdaltsev, expressou a opinião, em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik, de que atualmente a situação na Venezuela depende principalmente das Forças Armadas.

"Para mim, é difícil acreditar que a oposição se encontre com os serviços de inteligência de [Nicolás] Maduro. Tais contatos não podem ocorrer e o mesmo acontece com o exército. Devemos encarar tais declarações com muito cuidado", destacou.

"Vejam: quais foram os resultados dessa reunião? Se encontraram e pronto? Se tivesse havido reuniões, teria havido resultados. Claro que neste caso teriam informado. Por isso, tais declarações são apenas pressão sobre o governo", indicou.

"Enquanto o bloco militar e das forças de segurança apoiar Maduro, ele permanecerá inabalável, mas não se sabe quanto tempo isso pode continuar. Então, agora o futuro do regime está nas mãos dos militares", concluiu.

A crise política venezuelana se agravou no dia 23 de janeiro, depois que o chefe da Assembleia Nacional da Venezuela, Juan Guaidó, se autodeclarou presidente interino do país durante um ato realizado nas ruas de Caracas.

A Rússia, China, Irã e Turquia reafirmaram seu apoio ao atual governo venezuelano de Maduro, enquanto vários países latino-americanos, alinhados com os EUA e UE, ignoraram o atual presidente eleito, expressando seu apoio a Guaidó. O México e o Uruguai, no entanto, oferecem assistência para mediar uma solução política para a crise.

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