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'Queremos que a Venezuela volte à democracia', diz Bolsonaro a TV dos EUA

Em entrevista à Fox News, o presidente também defendeu o muro para separar EUA do México. Nesta terça, ele vai se encontrar com Donald Trump.
Por G1

O presidente Jair Bolsonaro disse em entrevista à TV norte-americana na madrugada desta terça-feira (19) que a Venezuela estará no centro das discussões durante o encontro com o presidente dos EUA, Donald Trump, na Casa Branca, nesta tarde.

Ao canal Fox News, Bolsonaro reafirmou que o presidente norte-americano mantém "todas as opções na mesa"em relação à Venezuela. "Nós não podemos falar em todas as possibilidades, mas o que for possível de forma diplomática", disse Bolsonaro, segundo tradutor da emissora.

A entrevista foi ao ar com tradução simultânea, e em alguns trechos não foi possível ouvir o que o presidente respondeu. Bolsonaro disse que o Brasil é o país mais interessado em pôr fim ao governo de Nicolás Maduro.

O presidente afirmou que o governo brasileiro está alinhado ao de Trump. "Hoje temos nova ideologia,…

Especialistas dos EUA estão 'preocupados' com novo míssil russo de alta precisão Kalibr-M

Os especialistas dos EUA reagiram com preocupação à notícia que a Rússia receberia um novo míssil para o sistema de armas de alta precisão Kalibr, com um raio de ação maior, informa The National Interest.


Sputnik

De acordo com a edição, se a versão anterior 3M14 deste míssel para o sistema Kalibr tem um alcance de 1.500 a 2.500 quilômetros, o míssil Kalibr-M atualizado poderá ser usado a uma distância de mais de 4.500 quilômetros, mas para isso é necessário aumentar suas dimensões e peso.


Um navio da Marinha russa lança o míssil Kalibr contra as posições do grupo terrorista Frente Al-Nusra no mar Mediterrâneo (foto do arquivo)
Lançamento de míssil Kalibr © Foto : Ministério da Defesa da Federação da Rússia

"No entanto, não parece que o aumento das dimensões vá afetar negativamente a compatibilidade do míssil com os navios", afirma The National Interest.

Kalibr-M pode ser instalado em navios de superfície e submarinos nucleares, incluindo os novos submarinos da classe Yasen. A edição americana não exclui que o míssil melhorado também tenha outras vantagens. Particularmente, a publicação destaca seus sistemas de orientação e proteção eletrônica. A publicação também refere que o míssil pode ser equipado com ogivas convencionais ou nucleares.

Além disso, The National Interest lembra que o antecessor do Kalibr-M já foi usado na Síria para destruição de objetivos terrestres e que os mísseis foram lançados a partir de submarinos. A edição americana relata que primeiramente o Kalibr foi projetado para superar os mísseis Tomahawk dos EUA, que estão ficando desatualizados.

Mas se o primeiro Kalibr, segundo o autor da publicação Mark Episkopos, é pouco melhor que os mísseis norte-americanos, a vantagens do Kalibr-M são muito significativas. Kalibr-M supera seu concorrente americano por seu alcance: 4.500 quilômetros contra 1.700. Além disso, o Kalibr-M será tão rápido como Kalibr 3M14 anterior, o que significa que irá superar bastante o Tomahawk em velocidade.

No entanto, a publicação lembra que, mesmo antes do aparecimento de informações sobre o desenvolvimento do míssil modernizado, representantes do Pentágono expressaram sua preocupação com os mísseis já existentes que a Rússia possui.

O comandante da Marinha dos EUA na Europa, almirante James Foggo, disse que se o Kalibr for lançado a partir do mar Negro, mar Mediterrâneo ou mar Cáspio, ele pode alcançar qualquer capital europeia. Isso, segundo o almirante, é preocupante e se o Kalibr-M justificar as expectativas esses receios "se tornarão maiores", conclui The National Interest.

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