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Prestes a 'ganhar' território do tamanho da Arábia Saudita, Brasil carece de recursos para defesa

A ONU deve ratificar no próximo mês, o pleito brasileiro em estender sua faixa de águas jurisdicionais em pelo menos 2,1 milhões de km², uma área equivalente à extensão da Arábia Saudita. Para especialista ouvido pela Sputnik Brasil, movimento precisa vir acompanhado de modernização da Marinha.
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Como a Sputnik Brasil mostrou em maio, a demanda já dura há pelo menos 30 anos e tem relação com medições técnicas sobre o ponto onde termina o Brasil continental e até onde é lícito explorar as águas do entorno. O mar territorial brasileiro têm atualmente cerca de 12 milhas náuticas (22 quilômetros) na faixa de água e uma zona econômica exclusiva de 200 milhas náuticas (370 quilômetros). Na parte de solo e sub-solo, área na qual o Brasil pleiteia a extensão, há um limite de mais 200 milhas regulamentadas.

Responsável pela proteção da área oceânica, a Marinha brasileira vem desenvolvendo pesquisas na região desde 2004. Os militares já identificaram potencial possibilidade de exploração de …

EUA acusam China de tomar decisão política ao condenar canadense à morte

O Departamento de Estado dos EUA afirmou nesta quarta-feira (16) que a sentença de um tribunal chinês de condenação à morte de um homem canadense é "motivada politicamente".


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O porta-voz Robert Palladino afirmou que o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, e a ministra de Relações Exteriores canadense, Chrystia Freeland, conversaram e "expressaram suas preocupações sobre as detenções arbitrárias e condenações de cidadãos canadenses motivadas politicamente".


A bandeira da República Popular da China e as Estrelas e Listras dos Estados Unidos tremulam pela Avenida da Pensilvânia, perto do Capitólio dos EUA, durante a visita de Estado do presidente chinês, Hu Jintao em 18 de janeiro de 2011 (foto de arquivo).
© REUTERS / Hyungwon Kang

Um tribunal chinês condenou o canadense Robert Schellenberg à morte em um repentino novo julgamento por tráfico de drogas na segunda-feira (14).

Freeland e o primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau, têm conversado com líderes mundiais sobre o caso de Schellenberg e os casos de dois canadenses presos na China em aparente retaliação à prisão da executiva chinesa Meng Wanzhou, da Huawei.

Ela foi detida no Canadá por pedido dos Estados Unidos — que defendem sua extradição para responder a acusações de fazer negócios com empresas sancionadas do Irã.

Bruce Heyman, um ex-embaixador dos EUA no Canadá, escreveu no Twitter que os EUA e outros aliados precisam tomar uma posição pública mais forte de apoio ao Canadá e pedir um tratamento diferente aos canadenses presos na China.

O Canadá embarcou em uma campanha com aliados para conseguir a libertação do ex-diplomata Michael Kovrig e do empresário Michael Spavor, que foram detidos 10 dias após a prisão de Meng em 1º de dezembro.

A Casa Branca anteriormente chamou as detenções de "ilegais", mas o presidente Donald Trump não se pronunciou. Trudeau ligou para Trump na semana passada para falar sobre o assunto.

Uma autoridade do governo canadense, falando anonimamente, disse nesta semana que autoridades chinesas têm interrogado Kovrig sobre sua atuação como diplomata na China.

O premiê canadense têm argumentado que Kovrig tem imunidade diplomática e não poderia estar preso.

A China disse que Kovrig não tem imunidade diplomática.

Kovrig estava trabalhando como analista para a International Crisis Group e de licença de seu cargo como diplomata quando foi preso.

Um ex-embaixador canadense na China, Guy Saint-Jacques, disse que interrogar Kovrig sobre sua atuação como diplomata na China violaria as proteções à imunidade diplomática residual da Convenção de Viena.

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