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EUA podem dobrar contingente militar na América do Sul, diz chefe da inteligência russa

Os EUA podem aumentar seu contingente militar na América Central e do Sul de 20 mil para 40 mil homens, disse o vice-almirante Igor Kostyukov, chefe do Departamento Central de Inteligência (GRU, sigla em russo), do Estado-Maior das Forças Armadas da Rússia.
Sputnik

"Embora na América Latina não haja ameaça militar direta para a segurança dos EUA, Washington tem uma presença militar significativa [na região]. O Comando Conjunto das Forças Armadas dos EUA implantou na América Central e do Sul um contingente de 20 mil militares. No período de ameaças este pode aumentar para 40 mil militares", explicou Kostyukov.


De acordo com ele, os EUA podem provocar uma "revolução colorida" na Nicarágua e Cuba.

"As tecnologias de 'revolução colorida' testadas na Venezuela podem vir a ser usadas em breve na Nicarágua e em Cuba", disse ele.

Segundo Kostyukov, os EUA estão tentando estabelecer o controle total sobre a América Latina.

"A Administração dos EUA considera…

EUA acusam China de tomar decisão política ao condenar canadense à morte

O Departamento de Estado dos EUA afirmou nesta quarta-feira (16) que a sentença de um tribunal chinês de condenação à morte de um homem canadense é "motivada politicamente".


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O porta-voz Robert Palladino afirmou que o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, e a ministra de Relações Exteriores canadense, Chrystia Freeland, conversaram e "expressaram suas preocupações sobre as detenções arbitrárias e condenações de cidadãos canadenses motivadas politicamente".


A bandeira da República Popular da China e as Estrelas e Listras dos Estados Unidos tremulam pela Avenida da Pensilvânia, perto do Capitólio dos EUA, durante a visita de Estado do presidente chinês, Hu Jintao em 18 de janeiro de 2011 (foto de arquivo).
© REUTERS / Hyungwon Kang

Um tribunal chinês condenou o canadense Robert Schellenberg à morte em um repentino novo julgamento por tráfico de drogas na segunda-feira (14).

Freeland e o primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau, têm conversado com líderes mundiais sobre o caso de Schellenberg e os casos de dois canadenses presos na China em aparente retaliação à prisão da executiva chinesa Meng Wanzhou, da Huawei.

Ela foi detida no Canadá por pedido dos Estados Unidos — que defendem sua extradição para responder a acusações de fazer negócios com empresas sancionadas do Irã.

Bruce Heyman, um ex-embaixador dos EUA no Canadá, escreveu no Twitter que os EUA e outros aliados precisam tomar uma posição pública mais forte de apoio ao Canadá e pedir um tratamento diferente aos canadenses presos na China.

O Canadá embarcou em uma campanha com aliados para conseguir a libertação do ex-diplomata Michael Kovrig e do empresário Michael Spavor, que foram detidos 10 dias após a prisão de Meng em 1º de dezembro.

A Casa Branca anteriormente chamou as detenções de "ilegais", mas o presidente Donald Trump não se pronunciou. Trudeau ligou para Trump na semana passada para falar sobre o assunto.

Uma autoridade do governo canadense, falando anonimamente, disse nesta semana que autoridades chinesas têm interrogado Kovrig sobre sua atuação como diplomata na China.

O premiê canadense têm argumentado que Kovrig tem imunidade diplomática e não poderia estar preso.

A China disse que Kovrig não tem imunidade diplomática.

Kovrig estava trabalhando como analista para a International Crisis Group e de licença de seu cargo como diplomata quando foi preso.

Um ex-embaixador canadense na China, Guy Saint-Jacques, disse que interrogar Kovrig sobre sua atuação como diplomata na China violaria as proteções à imunidade diplomática residual da Convenção de Viena.

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