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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

EUA ameaçam Irã com 'maior isolamento' se este não cancelar testes de mísseis balísticos

O Irã enfrentará consequências diplomáticas e econômicas se for para a frente com os planos de lançamento de três veículos espaciais nos próximos meses, declarou na quinta-feira (3) o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo.


Sputnik

"Os EUA não ficarão parados a ver as políticas destrutivas do regime iraniano colocarem em risco a estabilidade e a segurança internacionais", afirmou Pompeo.


Míssil balístico iraniano lançado a partir de terreno desconhecido, 9 de março de 2016
Lançamento de míssil balístico iraniano © REUTERS / Mahmood Hossein

"Aconselhamos o regime a reconsiderar esses lançamentos provocadores e a cessar todas as atividades relacionadas com mísseis balísticos para evitar um maior isolamento econômico e diplomático", acrescentou o secretário de Estado.

Em dezembro Pompeo declarou que os EUA vão trabalhar com os membros do Conselho de Segurança da ONU para voltar a impor restrições contra os mísseis balísticos iranianos.

O Ministério das Relações Exteriores do Irã desmentiu as declarações de Pompeo de que o programa de mísseis iraniano teria alegadamente violado a resolução da ONU. O porta-voz das Forças Armadas iranianas, Abolfazl Shekarchi, declarou que o Irã pretende continuar com os testes de mísseis, independentemente da posição de outros países. Ele sublinhou que os testes de mísseis da República Islâmica do Irã são destinados a defender a segurança nacional do país.

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