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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

EUA começam produção das primeiras ogivas de baixo rendimento

Os Estados Unidos começaram a desenvolver novas ogivas nucleares de baixo rendimento (táticas) para seus mísseis Trident, que equipam os submarinos nucleares. Isso, conforme a administração Trump, "tornaria uma guerra nuclear menos provável".


Sputnik

A Administração Nacional de Segurança Nuclear dos Estados Unidos (NNSA, na sigla em inglês) informou sobre o início da produção da primeira ogiva nuclear tática para os mísseis balísticos Trident.


Lançamento de míssil Trident D5 a partir do submarino USS Kentucky, arquivo
Lançamento do míssil Trident D5 | CC0 / Marinha dos EUA

Segundo informou a NNSA, a montagem da ogiva W76-2 já começou, acrescentando que espera entregar à Marinha as primeiras unidades desses armamentos em estado operacional até o final do ano fiscal de 2019.

A ogiva W76-2, destinada a equipar os mísseis Trident dos submarinos americanos, é uma versão modificada e menos potente da ogiva W76-1. A NNSA também indicou que a fabricação desta arma está sendo feita por ordem do presidente Donald Trump. A administração Trump argumenta que o desenvolvimento de uma arma de baixo rendimento tornaria menos provável uma guerra nuclear, oferecendo aos Estados Unidos mais vantagens.

No entanto, os democratas do Congresso norte-americano se manifestam fortemente contra a produção da W76-2, porque isso, por sua vez, precipitaria uma corrida armamentista e aumentaria as chances de que um conflito convencional se transformasse em uma guerra nuclear. Nesse sentido, o presidente do Comitê de Serviços Armados da Câmara dos Deputados, Adam Smith, declarou que introduziria mecanismos legislativos que proibissem a produção dessa arma.

Por sua parte, Stephen Young, da organização Union of Concerned Scientists, acredita que é mais provável que os responsáveis pelo desenvolvimento da W76-2 tenham reduzido seu rendimento ao remover um dos dois estágios do dispositivo termonuclear original.

"O único requisito é substituir o segundo estágio por uma versão simulada, que é o que você faz cada vez que testa um míssil", disse Young, acrescentando que a quantidade de trítio, um isótopo de hidrogênio, também pode ser ajustada.

Em resultado, sua potência explosiva deveria ser reduzida de 100 quilotons de TNT para aproximadamente cinco, cerca de um terço da potência da bomba lançada contra Hiroshima.

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