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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

EUA exigem retorno do americano suspeito de espionagem na Rússia

O Serviço Federal de Segurança da Rússia (FSB) deteve o norte-americano Paul Whelan por suspeita de espionagem em 31 de dezembro do ano passado e abriu um processo criminal contra ele.


Sputnik

O secretário de Estado Mike Pompeo declarou que os Estados Unidos exigem o retorno imediato de seu cidadão e pedem uma explicação do motivo da sua detenção.


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Paul Whelan | Reprodução

Ele acrescentou que Washington espera entrar em contato com Paul Whelan nas próximas horas por meio do acesso consular.

Informando sobre a prisão do cidadão norte-americano, o FSB anunciou que contra ele foi aberto um processo criminal por "espionagem", o que prevê uma pena de prisão por um período de 10 a 20 anos.

Segundo o Ministério das Relações Exteriores da Rússia, a embaixada dos EUA foi notificada sobre a detenção de seu cidadão conforme a convenção consular, o que também foi confirmado pela porta-voz do Departamento de Estado dos EUA.

O irmão gêmeo de Paul, David Whelan, afirmou que ele não é culpado e que viajou para Moscou para participar de uma cerimônia de casamento, relatou a CNN.

David acrescentou que Paul é um fuzileiro naval aposentado que serviu em várias operações no Iraque.

No entanto, o jornal Washington Post reportou que Paul Whelan foi demitido do Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA em 2008 por comportamento inadequado.

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