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EUA entregam armas modernas a forças curdas da Síria, escreve mídia

Os opositores americanos da retirada das tropas dos EUA da Síria entregaram armas modernas às Unidades de Proteção Popular (YPG), escreveu o jornal turco Yeni Akit, citando fontes locais.
Sputnik

A edição destaca que o fornecimento é referente a um grande número de modernos sistemas de mísseis antitanque Javelin e Tow. Supõe-se que os curdos usem essas armas contra tanques turcos, que logo entrarão em Manbij, no norte da Síria.


Segundo a publicação, as forças especiais turcas estão no momento realizando buscas por esses complexos nesta cidade e, devido a isso, a Turquia está atrasando sua operação militar na referida cidade.

Anteriormente, o presidente turco Recep Tayyip Erdogan havia anunciado que, se os EUA não se retirarem da Síria, Ancara estaria pronta para lançar uma operação no leste do Eufrates, assim como em Manbij, contra as forças de autodefesa dos curdos sírios.

Em meados de dezembro de 2018, o líder americano, Donald Trump, declarou a vitória sobre o grupo de militantes Daesh …

EUA retiram equipamentos da Síria, mas as tropas ainda ficam

Os EUA começaram a retirar equipamentos não essenciais da Síria, apesar dos militares ainda permanecerem no país, disse uma fonte anônima à agência de notícias AFP.


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"Não estamos retirando as tropas neste estágio", disse a autoridade.


Forças dos EUA patrulhando nos arredores da cidade síria de Manbij, província de Aleppo (foto de arquivo)
Tropas dos EUA na Síria © AP Photo / Arab 24 network

No começo do dia, uma autoridade de defesa dos EUA disse que os EUA removeram alguns equipamentos militares da Síria.

Em 19 de dezembro, a Casa Branca anunciou planos para retirar cerca de 2 mil soldados dos EUA da Síria nos próximos meses, uma medida que Trump alegou ser explicada pelo fato de as forças americanas terem completado a sua tarefa de destruir o grupo terrorista Daesh (proibido na Rússia) no país árabe.

A decisão foi criticada por algumas autoridades dos EUA e motivou duas renúncias: a do secretário de Defesa dos EUA, Jim Mattis, que anunciou que suas opiniões não estavam mais alinhadas com as de Trump; e a de Brett McGurk, enviado presidencial especial para a coalizão norte-americana na Síria.

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