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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

Ex-ministro israelense se declara culpado de espionagem para Irã

Na quarta-feira (9), o Ministério da Justiça de Israel informou que o ex-ministro da Energia de Israel, Gonen Segev, admitiu ter espionado para o Irã, segundo a Reuters.


Sputnik

A defesa e a acusação chegaram a acordo de que Segev seja condenado a 11 anos de prisão por "espionagem grave" e por "transferência de informações para o inimigo". O tribunal ainda não aprovou formalmente a sentença de prisão negociada com o ex-ministro.


Gonen Segev, ex-ministro da Energia de Israel, 5 de julho de 2018
Gonen Segev © REUTERS / Ronen Zvulun

O serviço de segurança interna Shin Bet de Israel comunicou, na época, que o médico e ex-ministro da Energia (1995-96) Gonen Segev havia sido recrutado pela inteligência iraniana quando morava na Nigéria e "servia como agente".

Após a investigação, descobriu-se que o ex-ministro contatou as autoridades na embaixada iraniana na Nigéria em 2012 e visitou o Irã duas vezes para se reunir com pessoas que administravam sua relação com o país persa, sabendo que eles eram agentes da inteligência iraniana, alegou o serviço secreto.

Segundo o comunicado, Segev havia recebido um sistema de comunicações criptografadas de agentes iranianos e forneceu ao Irã "informações relacionadas ao setor energético, locais de segurança em Israel e responsáveis por instituições políticas e de segurança".

Em 2004, o médico, que teve sua licença cancelada em Israel, foi preso por tentar contrabandear pílulas de "ecstasy" para Israel e deixou o país em 2007, após sua libertação da prisão.

De acordo com as autoridades israelenses, o ex-ministro foi preso em maio de 2018 durante uma visita à Guiné Equatorial e extraditado para Israel.

Jerusalém trava há muito tempo uma guerra contra Teerã, que apoia guerrilheiros islâmicos na Faixa de Gaza e no Líbano, enquanto o Irã acusa Israel de ser o responsável por atos de sabotagem e assassinatos de cientistas envolvidos em seu programa nuclear.

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