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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Expectativas sobre novas aeronaves da Força Aérea dos EUA são reduzidas, diz mídia

Autoridades americanas parecem estar acabando com as expectativas da Força Aérea dos EUA, em uma tentativa de se adequar ao orçamento.


Sputnik

Dessa maneira, a Força Aérea dos EUA pode ficar sem o novo avião de reconhecimento, frustrando qualquer esperança que possuía com relação ao avião furtivo de reabastecimento, que seria capaz de realizar operações próximas à linha de frente.


F/A-18F Super Hornet e KC-135 Stratotanker da Força Aérea dos EUA
CC BY 2.0 / COMSEVENTHFLT / F/A-18F Super Hornet e KC-135 Stratotanker

Além disso, o serviço anunciou que seu novo programa OA-X, referente a uma aeronave de ataque leve, também não possui um prazo definido, ou seja, a Força Aérea norte-americana provavelmente tenta cortar seus programas para refletir a mudança do cenário mundial, além de possuir outras prioridades, como o desenvolvimento de mísseis e novas aeronaves.

Dave Goldfein, chefe do Estado-Maior da Força Aérea dos EUA, afirmou em entrevista ao Aviation Week & Space Technology que "os dias de comprar plataformas individuais que descrevemos como mudança de jogo — esses dias ficaram para trás".

Recentemente, a Força Aérea recebeu seu primeiro avião de reabastecimento KC-46A Pegasus, que provavelmente substituirá os antigos KC-135 Stratotankers.

Além disso, o Pentágono planeja reforçar o KC-46 com uma nova aeronave, o KC-Z que, diferentemente do KC-46A, seria uma aeronave furtiva de reabastecimento, capaz de voar na linha de frente, apoiando as aeronaves como, F-22 Raptor, F-35 Joint Strike Fighter e o B-21 Raider.

Contudo, o KC-Z teria um custo muito elevado. Além disso, o B-2 Spirit poderia ser utilizado como base para o KC-Z, contudo, não está pronto para ser convertido em um avião de reabastecimento, para isso seria necessário um longo e custoso período de desenvolvimento.

Outro problema que a Força Aérea dos EUA enfrentará é o orçamento. Isso porque, nos próximos 15 anos, os norte-americanos devem construir o bombardeiro B-21 Raider, estocar os F-35, comprar o jato de treinamento T-X, desenvolver um caça de sexta geração e um míssil balístico intercontinental. Com isso, os norte-americanos gastariam em torno de US$ 10 bilhões (R$ 37 bilhões) em cada programa.

Perante essa situação, é muito provável que a Força Aérea dos EUA não venha a investir grandes valores para o desenvolvimento de um avião furtivo de reabastecimento.

Além disso, para substituir os existentes KC-135 e KC-10, seriam necessários 455 novos aviões.

Com relação ao programa de um jato de ataque leve, os EUA pretendiam criar uma aeronave capaz de enfrentar combates que não exigem grandes capacidades, mas apenas um apoio ou conflitos de baixa intensidade, como no Afeganistão.

Contudo, os EUA gastariam dinheiro em um conflito do passado, ao invés de se preparar para um eventual conflito futuro contra modernos sistemas de defesa antiaérea desenvolvidos pela Rússia e China.

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