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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Força Aérea do Irã se diz preparada para eliminar Israel

O comandante da Força Aérea do Irã, o general Aziz Nasirzadeh, afirmou nesta segunda-feira que seus soldados estão preparados para "eliminar da Terra" Israel, horas depois de alvos iranianos terem sido bombardeados na Síria pelo exército israelense.


EFE

Teerã - "Os jovens da Força Aérea estão impacientes e preparados para lutar contra o regime sionista (Israel) e eliminá-lo da Terra", disse Nasirzadeh, citado pela agência de notícias iraniana "Clube de Jovens Jornalistas".


EFE/Abedin Taherkenareh
EFE/Abedin Taherkenareh

O general ressaltou que as novas gerações estão recebendo "a educação necessária para o dia prometido e a eliminação de Israel".

Neste sentido, Nasirzadeh explicou que estão tentando ser "autossuficientes" e que as forças estão sendo capacitadas no campo da assistência de voo e treino de pilotos, e de guerra eletrônica e cibernética.

A Força Área iraniana também desenvolve "o longo alcance das munições" e atualmente está trabalhando na sua capacidade de "destruir alvos" a mais de mil quilômetros de distância, disse.

"Garantimos ao povo do Irã que estamos preparados para responder qualquer ameaça e que o inimigo não se atreverá a invadir o nosso país porque conhece a nossa preparação e alta capacidade", acrescentou.

Estas ameaças aconteceram depois que o exército israelense atacou na última noite alvos militares da Força Quds iraniana e baterias de defesa antiaérea na Síria, uma medida já tomada em várias ocasiões nos últimos anos.

O ataque ocorreu horas depois que um projétil foi interceptado nas Colinas de Golã ocupadas por Israel, que acusou o Irã deste disparo.

Segundo um porta-voz militar israelense, os pontos atacados foram "lugares de armazenamento de munição e um posto situado no aeroporto internacional de Damasco", assim como "um posto de inteligência e um campo militar de treino" iranianos.

O Observatório Sírio de Direitos Humanos informou que pelo menos 11 pessoas morreram pelo ataque cometido por Israel em Damasco e outros pontos do sudoeste da Síria.

No último dia 17, o comandante-em-chefe dos Guardiões da Revolução Islâmica, o general Mohamad Ali Yafari, afirmou que o Irã manterá sua presença militar na Síria e advertiu a Israel que seu território está ao alcance dos mísseis iranianos.

O Irã é, junto à Rússia, o grande aliado do regime do presidente sírio, Bashar al Assad, a quem apoiou desde o início do conflito em 2011 com militares e milicianos xiitas.

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