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EUA: sanções contra Venezuela servem como 'alerta para atores externos, incluindo Rússia'

Na última terça-feira (17), o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, culpou a Rússia e a Venezuela pela crise de refugiados observada no país latino-americano.
Sputnik

O conselheiro de Segurança Nacional dos EUA, John Bolton, anunciou nesta quarta-feira (17) que os EUA estão impondo uma nova rodada de sanções contra a Venezuela, acrescentando o banco central do país à lista de restrições. 

Segundo o conselheiro de Segurança Nacional, as sanções recém-aplicadas deveriam se tornar um alerta para "todos os atores externos, inclusive a Rússia".

Desde o início da crise política na Venezuela no início deste ano, os EUA impuseram várias rodadas de sanções, visando os setores petrolífero e bancário do país, bem como indivíduos ligados às autoridades do país.

A Venezuela está sofrendo grave crise política desde janeiro. Junto com outros países ocidentais, os EUA apoiam Juan Guaidó, que se proclamou presidente interino da Venezuela. Ao mesmo tempo, Rússia, China e Turquia, entre outros…

Forças Armadas da Venezuela irão defender a Constituição, diz ministro da Defesa

O ministro da Defesa venezuelano, Vladimir Padrino, disse nesta quarta-feira (23) que os militares do país continuarão a defender a Constituição venezuelana e a soberania nacional e que não aceitarão um "presidente imposto".


Sputnik

Pedrino usou o Twitter para dizer que os militares não irão aceitar "um presidente imposto nas sombras de interesses escusos nem proclamado à margem da lei".


Situación en Caracas tras el alzamiento militar
© AFP 2018 / Yuri Cortez

Sem citá-lo nominalmente, Pedrino se referiu a Juan Guaidó, opositor do governo Maduro e presidente da Assembleia Nacional que se autodeclamou presidente interino da Venezuela durante um protesto em Caracas.

A partir deste momento, os Estados Unidos, Brasil, Paraguai, Colômbia, Canadá, entre outros países, deram legitimidade a Guaidó. Desde o início da manhã de hoje, Caracas está tomada por protestos.

Maduro fez um pronunciamento duro, cortou relações diplomáticas com os Estados Unidos e acusou os opositores de tentarem dar um golpe de Estado no país.

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