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Trump diz que 'certamente' entraria em guerra com o Irã, mas 'não agora'

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que consideraria uma ação militar contra o Irã para impedir que a República Islâmica consiga armas nucleares. A briga entre Teerã e Washington aumentou depois que os EUA acusaram o Irã de atacar dois petroleiros.
Sputnik

"Eu certamente vou considerar as armas nucleares", disse Trump à revista Time na terça-feira, quando perguntado sobre o que poderia levá-lo a declarar guerra ao Irã. "E eu manteria o outro um ponto de interrogação".

A reportagem não especificou se o presidente elaborou o cenário de lançar um conflito armado de pleno direito com a República Islâmica sobre seu programa nuclear. Quando um repórter perguntou a Trump se ele estava considerando uma ação militar contra o Irã agora, ele respondeu: "Eu não diria isso. Eu não posso dizer isso".

Seus comentários foram feitos um dia depois de o Pentágono ter enviado 1.000 soldados extras para o Oriente Médio "para fins defensivos".

Os Estados Unidos cu…

Forças da defesa antiaérea da Síria repelem ataque aéreo de Israel

Os sistemas de defesa antiaérea da Síria repeliram um ataque aéreo de Israel, informou a televisão estatal síria.


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Em 20 de janeiro, os sistemas de defesa antiaérea da Síria repeliram um ataque aéreo de Israel contra o Aeroporto Internacional de Damasco, interceptando todos os mísseis.


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Pantsir | Reprodução

"Nossa defesa antiaérea repeliu um ataque aéreo israelense na região sul. Todos os mísseis foram interceptados, nenhum deles atingiu o alvo", declarou a fonte.

Segundo o Centro Nacional de Controle da Defesa da Rússia, os sistemas de defesa aérea Pantsir e Buk, operados pela Síria, destruíram sete mísseis israelenses. A infraestrutura do aeroporto não foi danificada. Não há vítimas nem danos, lê-se no comunicado.

"As forças de defesa antiaérea do Exército Árabe Sírio repeliram o ataque aéreo da Força Aérea de Israel contra o Aeroporto Internacional de Damasco", lê-se no comunicado do Centro Nacional de Controle da Defesa da Rússia.

De acordo com o comunicado do centro, o ataque com mísseis foi realizado por quatro aviões F-16 israelenses a partir do mar Mediterrâneo.

O último ataque israelense ocorreu no dia 11 de janeiro, tendo danificado as instalações do Aeroporto Internacional de Damasco, além de diversas aeronaves.

Os aviões israelenses que voavam na região da Galileia, na fronteira com o Líbano, lançaram vários mísseis em direção à capital da Síria. A maioria dos mísseis foi interceptada por meio de mísseis antiaéreos terra-ar.

A chancelaria síria exigiu mais uma vez que a ONU tome medidas para prevenir os repetidos ataques israelenses. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, reconheceu em uma reunião do governo no domingo (13) que a Força Aérea de Israel realizou ataques contra alegados alvos iranianos na Síria e que Israel irá prosseguir esta prática.

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