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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

General garante que o Irã tem capacidade de realizar ofensiva contra seus inimigos

O chefe do Estado-Maior das Forças Armadas iranianas, general Mohammad Bagheri, afirmou este domingo (27) que Teerã está preparando uma mudança em suas táticas militares, reforçando que suas tropas estão prontas para realizar operações ofensivas.


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O Irã, disse o general, pretende adotar táticas militares ofensivas com o objetivo de proteger seus interesses nacionais, conforme o jornal The Times of Israel.


Soldados iranianos
Militares iranianos © AFP 2018 / ATTA KENARE

"De entre as estratégias do país, há a estratégia defensiva. Nós defendemos a independência, a integridade territorial e os interesses nacionais do país", declarou o general, reforçando que o país não pretende invadir outros países, mas sim proteger os objetivos e interesses nacionais, podendo para isso adotar uma postura ofensiva.

Por sua vez, o general Kiumars Heidari, comandante das Tropas Terrestres do Exército iraniano, disse à Press TV que as tropas iranianas se transformaram em uma força avançada e ofensiva. "Para proteger o Irã, as forças armadas não precisam mais de abordagens assimétricas. Estamos em um estágio em que podemos defender nossa pátria…usando boas abordagens ofensivas", ressaltou.

Vale observar que, recentemente, o general Kiomars Heideri comunicou a realização de exercícios militares na província central de Isfahan. O general informou na ocasião que aproximadamente 12.000 militares de diferentes unidades participariam dos exercícios, incluindo forças móveis.

Os exercícios foram realizados com foco no combate contra forças inimigas e militantes armados.

O general Heideri declarou à TV estatal na semana passada que as manobras mostraram as capacidades militares do Irã e demonstraram aos seus inimigos que eles sofreriam um "golpe rápido e esmagador" caso tentem atacar a República Islâmica, informou a Reuters.

O Irã realiza regularmente exercícios para demonstrar a sua preparação militar, tendo prometido responder energicamente a qualquer ataque por parte de Israel ou dos Estados Unidos. Estes países consideram o Irã como ameaça regional e realizam frequentes ataques aéreos contra a Síria, alegando estar lutando contra grupos terroristas.

As ações de Israel ficam geralmente sem resposta, mas, na última semana, o Irã disparou um míssil a partir da Síria em direção ao território israelense, tendo o projétil sido interceptado pelo sistema de defesa aéreo israelense.

Durante uma entrevista ao canal de televisão al-Mayadeen, o comandante do Hezbollah, Hassan Nasrallah, alertou o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, de que a Síria e o Hezbollah poderiam "a qualquer momento" responder às agressões israelenses, adicionando que o Hezbollah possui "mísseis de alta precisão" capazes de atingir qualquer lugar em Israel.

Por outro lado, Israel segue alertando que não permitirá a manutenção da presença permanente de tropas iranianas ou do Hezbollah na Síria.

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