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EUA entregam armas modernas a forças curdas da Síria, escreve mídia

Os opositores americanos da retirada das tropas dos EUA da Síria entregaram armas modernas às Unidades de Proteção Popular (YPG), escreveu o jornal turco Yeni Akit, citando fontes locais.
Sputnik

A edição destaca que o fornecimento é referente a um grande número de modernos sistemas de mísseis antitanque Javelin e Tow. Supõe-se que os curdos usem essas armas contra tanques turcos, que logo entrarão em Manbij, no norte da Síria.


Segundo a publicação, as forças especiais turcas estão no momento realizando buscas por esses complexos nesta cidade e, devido a isso, a Turquia está atrasando sua operação militar na referida cidade.

Anteriormente, o presidente turco Recep Tayyip Erdogan havia anunciado que, se os EUA não se retirarem da Síria, Ancara estaria pronta para lançar uma operação no leste do Eufrates, assim como em Manbij, contra as forças de autodefesa dos curdos sírios.

Em meados de dezembro de 2018, o líder americano, Donald Trump, declarou a vitória sobre o grupo de militantes Daesh …

General iraniano: Israel deve ser 'aniquilado e destruído'

O brigadeiro-general Mohammad Reza Naqdi disse em entrevista à rede de televisão iraquiana Al-Nujab que o Irã poderia facilmente derrotar a Arábia Saudita e ameaçou invadir bases militares norte-americanas no Oriente Médio.


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Naqdi, que é subcomandante do Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica (IRGC) e já foi chefe da milícia Basij, acrescentou que a "revolução islâmica no Irã não recuará" do objetivo de trazer derrota para Israel.


Lançamento de um míssil balístico pelo Irã
Lançamento de míssil balístico iraniano © AP Photo / Amir Kholousi

"Nós éramos, nós somos, e continuaremos sendo os soldados do Imam Khamenei até o nosso último suspiro e até a última gota do nosso sangue. Eu mesmo vou içar a bandeira da Revolução Islâmica em Jerusalém", afirmou o general.

Ele também ressaltou que não há dúvidas de que Israel deve ser "aniquilado e destruído", acrescentando que nenhum país, inclusive a Rússia, pode intermediar.

Além disso, Naqdi descartou a possibilidade de um ataque dos EUA no Irã.

"Os EUA não vão lançar uma guerra contra o Irã. Se isso acontecer – uma possibilidade que descarto, destruiremos todas as suas bases militares na região", expressou ao entrevistador.

O general classificou as capacidades militares da Arábia Saudita como "muito irrisórias", afirmando que o país é incapaz de controlar até mesmo sua fronteira nacional.

"Eu acredito que a Arábia Saudita é muito mais fraca do que você imagina. Se dermos a ordem a uma divisão em qualquer uma das nossas 30 províncias, seria possível derrotar e destruir a Arábia Saudita. É verdade que a Arábia Saudita tem muitas armas avançadas, mas não pode enfrentar um exército como o do Irã", frisou.

No dia 9 de janeiro, o líder supremo iraniano aiatolá Ali Khamenei disse que as sanções norte-americanas estão pressionando o Irã e seu povo, acrescentando no seu site pessoal que "o Irã vai superar as sanções, dar tapas na cara dos EUA novamente".

O secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, em visita ao Iraque, declarou que os EUA dobrariam os esforços comerciais e diplomáticos nas próximas semanas para "exercer uma pressão real sobre o Irã", segundo o The Times of Israel.

Os EUA se retiraram do Plano de Ação Conjunto Global (JCPOA), conhecido como o acordo nuclear do Irã, em maio de 2018. Depois disso, Washington optou por reimpor uma série de sanções contra Teerã, que tinham sido suspensas em conformidade com o acordo. O primeiro pacote de restrições comerciais impostas entrou em vigor em agosto. Mais tarde, no início de novembro, Washington ampliou as sanções com o objetivo de prejudicar setores centrais da economia iraniana.

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