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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Governo dos EUA evacua seu pessoal não essencial da Venezuela

O governo dos Estados Unidos ordenou nesta quinta-feira a evacuação de todo seu pessoal não essencial na Venezuela depois que o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, lhes deu 72 horas para sair do país.


EFE

Washington - Em um alerta de segurança, o Departamento de Estado dos EUA também recomendou aos americanos que residam ou estejam de viagem na Venezuela "considerar seriamente" deixar o país "enquanto os voos comerciais sigam disponíveis".


Embaixada americana em Caracas. EFE/Miguel Gutiérrez
Embaixada americana em Caracas. EFE/Miguel Gutiérrez

Aos americanos que optem por ficar na Venezuela, o governo lhes recomendou "ter as provisões adequadas para permanecer nas suas casas".

A embaixada dos EUA em Caracas permanecerá aberta nas próximas horas, embora com "sua capacidade limitada a fornecer serviços de emergência aos cidadãos americanos na Venezuela".

Maduro ordenou nesta quarta-feira a saída de todo o pessoal diplomático dos EUA no país depois que o presidente Donald Trump reconheceu o autoproclamado presidente venezuelano em exercício, Juan Guaidó, como governante legítimo.

O secretário de Estado, Mike Pompeo, respondeu então que os EUA não retirariam seu pessoal por não reconhecer a autoridade de Maduro, que rotulou de "ex-presidente".

"Os Estados Unidos mantêm relações diplomáticas com a Venezuela e as faremos através do governo interino de Guaidó, que convidou nossa missão a permanecer na Venezuela", disse Pompeo.

Hoje, Maduro reiterou sua decisão, "que mantém com firmeza", de romper relações diplomáticas e políticas "com o governo imperialista de Donald Trump, e expulsar todo seu pessoal diplomático" da Venezuela.

"Até o domingo têm 72 horas para se retirar da Venezuela", insistiu Maduro, que ordenou também o fechamento das embaixadas e consulados americanos no país caribenho quando se esgotar esse prazo.

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