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Os mísseis russos que se tornaram alvo de disputa entre EUA e Turquia

A Turquia, dona do segundo maior Exército entre os 29 países que compõem a Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), está prestes a adquirir mísseis antiaéreos S-400.
BBC News Brasil

Os S-400 são os mísseis "terra-ar" mais avançados do mundo e se tornaram motivo de uma disputa entre Turquia e Estados Unidos que pode ameaçar a aliança militar das potências ocidentais.

Isso porque os S-400 são fabricados na Rússia, o principal rival da organização fundada em 1949 justamente para se opor à então União Soviética.

A insistência da Turquia em adquirir os mísseis russos irritou os Estados Unidos, que encaram a decisão como uma potencial ameaça para seus aviões de combate F-35, também em vias de serem comprados pelos turcos.
Troca de farpas

"Não ficaremos de braços cruzados enquanto os aliados da Otan compram armas dos nossos adversários", advertiu o vice-presidente dos EUA, Mike Pence, durante um encontro organizado há poucos dias em Washington para celebrar o aniversár…

Grupo de Lima busca contato com Rússia e China, diz representante de Guaidó

O Grupo Lima está interessado em estabelecer contatos com a Rússia e com a China para discutir uma solução para a crise na Venezuela, disse nesta quarta-feira à Sputnik o representante do líder da oposição venezuelana Juan Guaidó nessa organização, Julio Borges.


Sputnik

"Gostaríamos muito de ter contato com a Rússia e a China […] Espero que esta entrevista ajude a abrir a possibilidade de uma conversa franca e honesta com a Rússia e a China", afirmou.


Cúpula do Grupo de Lima não reconheceu a legitimidade do novo mantado presidencial de Nicolás Maduro na Venezuela
Grupo de Lima © REUTERS / Mariana Bazo

Consultado se ele se referia a contatos em nome de todo o Grupo Lima, Borges respondeu: "Correto."

Na terça-feira, Guaidó, presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, nomeou representantes do "governo interino" em vários países, incluindo nos EUA, Canadá, Argentina, Colômbia e no Grupo de Lima.

Em 23 de janeiro, Guaidó foi empossado pela oposição como "presidente da Venezuela", ao ignorar o novo mandato de Nicolás Maduro, argumentando que as eleições de maio de 2018 foram fraudulentas.

As autoridades venezuelanas asseguram que estas eleições foram realizadas de acordo com todos os regulamentos em vigor.

O Grupo de Lima, que reúne 12 países do hemisfério para promover uma "restauração democrática" na Venezuela, realizará uma reunião em Ottawa no dia 4 de fevereiro.

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