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'Queremos que a Venezuela volte à democracia', diz Bolsonaro a TV dos EUA

Em entrevista à Fox News, o presidente também defendeu o muro para separar EUA do México. Nesta terça, ele vai se encontrar com Donald Trump.
Por G1

O presidente Jair Bolsonaro disse em entrevista à TV norte-americana na madrugada desta terça-feira (19) que a Venezuela estará no centro das discussões durante o encontro com o presidente dos EUA, Donald Trump, na Casa Branca, nesta tarde.

Ao canal Fox News, Bolsonaro reafirmou que o presidente norte-americano mantém "todas as opções na mesa"em relação à Venezuela. "Nós não podemos falar em todas as possibilidades, mas o que for possível de forma diplomática", disse Bolsonaro, segundo tradutor da emissora.

A entrevista foi ao ar com tradução simultânea, e em alguns trechos não foi possível ouvir o que o presidente respondeu. Bolsonaro disse que o Brasil é o país mais interessado em pôr fim ao governo de Nicolás Maduro.

O presidente afirmou que o governo brasileiro está alinhado ao de Trump. "Hoje temos nova ideologia,…

Hezbollah planejou ataque surpresa para 'causar terremoto' em Israel, diz chefe militar

O chefe das Forças de Defesa de Israel (FDI), Gadi Eisenkot, afirmou que o Hezbollah planejou atacar o Estado judeu, depois que o xeque Naim Qassem declarou à imprensa que o grupo militar libanês seria capaz de atacar qualquer ponto de Israel com seus mísseis.


Sputnik

Segundo Eisenkot, o Hezbollah planejava usar seus túneis subterrâneos de ataque para invadir e abalar Israel, em uma operação surpresa, enviando de "1.000 a 1.500 combatentes para o nosso lado".


Militante do Hezbollah na Torre de Vigilância
Membro do Hezbollah © AP Photo / Bilal Hussein

Ele alegou que o Hezbollah também considerou a possibilidade de "um enorme bombardeio de artilharia das bases das FDI" como um possível meio para encobrir sua invasão. Além disso, o grupo militante supostamente planejava assumir o controle de "um pedaço do território israelense e mantê-lo por semanas".

"Eles disseram que isso é algo por que Israel nunca passou desde a sua fundação, e que isso será uma conquista que vai quebrar a capacidade do Estado de Israel de atacar dentro do Líbano, desequilibrará Israel e causará um terremoto na sociedade israelense", enfatizou.

A declaração foi expressa depois que o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, anunciou no final de dezembro a conclusão da operação Northern Shield (Escudo do Norte) para destruir os túneis do Hezbollah que entravam dentro do território israelense.

Em um desenvolvimento separado naquele mês, o xeque Naim Qassem, o segundo no comando do Hezbollah, foi citado pelo jornal iraniano al-Vefagh declarando que os mísseis servem para impedir Israel de iniciar outra guerra contra o Líbano, expondo a "frente interna israelense".

As relações entre o Líbano e Israel têm permanecido tensas por muitas décadas e as tensões aumentaram recentemente em meio às suspeitas israelenses de que o Hezbollah estava sendo usado pelo Irã para travar uma guerra contra Israel.

Israel e o Hezbollah entraram em confronto em 2006, com forças israelenses invadindo o Líbano depois que o Hezbollah sequestrou dois soldados israelenses em um ataque na fronteira. O longo conflito, que durou 34 dias e ceifou a vida de mais de 1.300 pessoas, foi interrompido por um cessar-fogo mediado pela ONU.

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