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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

Imagens expõem entrada de destróier dos EUA com mísseis de cruzeiro no mar Báltico

Hoje (10), destróier dos EUA USS Gravely armado com mísseis de cruzeiro Tomahawk entrou no mar Báltico.


Sputnik

Em 10 de janeiro, o destróier USS Gravely passou pelos estreitos dinamarqueses (os três canais que ligam o mar Báltico ao mar do Norte) e entrou no mar Báltico, informou o portal do monetariamente de navegação. 


USS Gravely | Reprodução

O destróier USS Gravely conta com sistema de lançamento de mísseis Aegis, e pode transportar até 56 mísseis Tomahawk que são capazes de alcançar alvos a até 1.600 km.

Anteriormente, a Marinha dos EUA publicou no Twitter que USS Gravely está passando pelo mar do Norte.

Em junho de 2016, o destróier norte-americano USS Gravely se aproximou perigosamente do navio-patrulha russo Yaroslav Mudry a uns 60 ou 70 metros do seu flanco esquerdo, cruzando a trajetória do Yaroslav Mudry a uma distância perigosa de 180 metros à frente do mesmo. As autoridades russas consideraram as ações da Marinha dos EUA como uma provocação.

Nos últimos meses, os EUA e a OTAN expandiram presença no Norte da Europa e na Europa Oriental, instalando tropas, aviões e navios de guerra e aumentaram o número de exercícios no âmbito das tensões com a Rússia.

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