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EUA entregam armas modernas a forças curdas da Síria, escreve mídia

Os opositores americanos da retirada das tropas dos EUA da Síria entregaram armas modernas às Unidades de Proteção Popular (YPG), escreveu o jornal turco Yeni Akit, citando fontes locais.
Sputnik

A edição destaca que o fornecimento é referente a um grande número de modernos sistemas de mísseis antitanque Javelin e Tow. Supõe-se que os curdos usem essas armas contra tanques turcos, que logo entrarão em Manbij, no norte da Síria.


Segundo a publicação, as forças especiais turcas estão no momento realizando buscas por esses complexos nesta cidade e, devido a isso, a Turquia está atrasando sua operação militar na referida cidade.

Anteriormente, o presidente turco Recep Tayyip Erdogan havia anunciado que, se os EUA não se retirarem da Síria, Ancara estaria pronta para lançar uma operação no leste do Eufrates, assim como em Manbij, contra as forças de autodefesa dos curdos sírios.

Em meados de dezembro de 2018, o líder americano, Donald Trump, declarou a vitória sobre o grupo de militantes Daesh …

Imagens expõem entrada de destróier dos EUA com mísseis de cruzeiro no mar Báltico

Hoje (10), destróier dos EUA USS Gravely armado com mísseis de cruzeiro Tomahawk entrou no mar Báltico.


Sputnik

Em 10 de janeiro, o destróier USS Gravely passou pelos estreitos dinamarqueses (os três canais que ligam o mar Báltico ao mar do Norte) e entrou no mar Báltico, informou o portal do monetariamente de navegação. 


USS Gravely | Reprodução

O destróier USS Gravely conta com sistema de lançamento de mísseis Aegis, e pode transportar até 56 mísseis Tomahawk que são capazes de alcançar alvos a até 1.600 km.

Anteriormente, a Marinha dos EUA publicou no Twitter que USS Gravely está passando pelo mar do Norte.

Em junho de 2016, o destróier norte-americano USS Gravely se aproximou perigosamente do navio-patrulha russo Yaroslav Mudry a uns 60 ou 70 metros do seu flanco esquerdo, cruzando a trajetória do Yaroslav Mudry a uma distância perigosa de 180 metros à frente do mesmo. As autoridades russas consideraram as ações da Marinha dos EUA como uma provocação.

Nos últimos meses, os EUA e a OTAN expandiram presença no Norte da Europa e na Europa Oriental, instalando tropas, aviões e navios de guerra e aumentaram o número de exercícios no âmbito das tensões com a Rússia.

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