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Putin ameaça retaliar se EUA instalarem mísseis na Europa

Em seu discurso sobre o estado da nação, presidente russo faz ataques a Washington e promete apontar seu arsenal para os Estados Unidos e para o continente europeu se mísseis americanos atravessarem o Atlântico.
Deutsch Welle

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, alertou nesta quarta-feira (20/02) que seu país responderá a um possível envio de mísseis americanos à Europa, fazendo com que não apenas os países que receberem esses armamentos se tornem alvos, mas também os Estados Unidos.


Em seu discurso anual sobre o estado da nação em Moscou, Putin elevou o tom ao comentar uma nova e potencial corrida armamentista. Ele afirmou que a reação russa a um possível envio seria rigorosa e que as autoridades em Washington – algumas das quais estariam obcecadas com o "excepcionalismo" americano – deveriam calcular os riscos antes de tomar qualquer medida.

"É o direito deles de pensar da forma que quiserem. Mas eles sabem fazer cálculos? Tenho certeza que sabem. Deixemos que eles cal…

Imagens flagram caderno de Bolton com frase: '5 mil tropas para a Colômbia'

O conselheiro de Segurança Nacional dos Estados Unidos, John Bolton, escreveu em seu caderno "5 mil tropas para a Colômbia" durante a entrevista coletiva onde a Casa Branca anunciou sanções contra a companhia estatal Petróleos de Venezuela (PDVSA).


EFE

Washington - Em uma ampliação de fotografias tiradas por vários meios de comunicação durante a entrevista, duas inscrições podem ser vistas no caderno de Bolton: a primeira diz "Afeganistão, bem-vindas as negociações" de paz com os talibãs, enquanto a segunda diz "5 mil tropas para a Colômbia".


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John Bolton e a anotação sobre envio de tropas dos EUA para a Colômbia | Reprodução

Perguntada pela Agência Efe, a Casa Branca não deu explicações sobre o assunto.

A Colômbia é um dos principais aliados dos EUA na América Latina e seu governo, como o de Donald Trump, reconheceu como presidente legítimo da Venezuela o autoproclamado Juan Guaidó.

Embora Bolton não tenha feito nenhuma menção durante a entrevista sobre esse hipotético envio de tropas para a Colômbia, que faz fronteira com a Venezuela, pediu aos militares venezuelanos que apoiem Guaidó.

"Pedimos aos militares e forças de segurança venezuelanas que aceitem a transição do poder pacífico, democrático e constitucional", disse Bolton, que falou ao lado do secretário do Tesouro americano, Steven Mnuchin, que detalhou as sanções contra a PDVSA.

Desde que Guaidó se proclamou na semana passada presidente, os EUA aumentaram sua pressão contra o governo de Nicolás Maduro para que deixe o poder.

As sanções afetam US$ 7 bilhões em ativos da PDVSA nos Estados Unidos e, de acordo com o assessor de Segurança Nacional, John Bolton, provocarão outros US$ 11 bilhões em perdas para a petrolífera ao longo do ano.

Mnuchin, por sua vez, explicou que "com efeito imediato, em qualquer compra de petróleo venezuelano, o dinheiro terá que ir para contas bloqueadas".

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